Mais da metade do mercado brasileiro de apostas ainda opera na ilegalidade. IBJR, que representa 75% do mercado regulado no país, alerta para os riscos de plataformas ilegais em propagandas na TV e redes sociais
O Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) lançou no domingo (31/8) uma ofensiva contra o mercado ilegal de apostas por meio de uma campanha publicitária veiculada na TV, rádio, redes sociais e outdoors. O objetivo é alertar para os riscos de bets irregulares. A campanha, criada pela agência We, foi intitulada “Chega de Bode na Sala”.
Na propaganda veiculada na TV, um homem aparece ao lado de um bode e diz que ele representa as milhares de bets clandestinas que ainda operam no Brasil. “Elas permitem o acesso de menores, lavam dinheiro e manipulam resultados”, diz o ator da campanha.
“Do outro lado, tem as bets regulamentadas, que geram empregos, pagam impostos e defendem o jogo responsável”, completa. A campanha será veiculada até dezembro.
Segundo dados da LCA Consultores, 51% do mercado brasileiro de apostas ainda opera na ilegalidade. Por operarem de forma irregular, essas plataformas não são fiscalizadas pelo poder público e não pagam impostos.
“O bode na sala representa um problema que muitos veem, mas que precisa ser enfrentado de forma direta. As bets clandestinas são um risco para o apostador, que não tem a quem recorrer em caso de fraude, e um prejuízo para a sociedade, pois não geram impostos que retornariam como benefícios para a população”, diz Fernando Vieira, Presidente Executivo do IBJR.
Segundo a Secretaria de Prêmios e Apostas, ligada ao Ministério da Fazenda e responsável pela fiscalização de bets no Brasil, 17,7 milhões de Brasileiros realizaram apostas nos sites e aplicativos de 182 casas de apostas autorizadas nos primeiros seis meses do mercado regulado de apostas no país.
A SPA contabilizou 15.463 páginas de ilegais retiradas do ar pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), mas vários desses sites retornam com novos nomes de domínio, o que dificulta a derrubada definitiva dos negócios ilegais.
Com informações do Correio Braziliense
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