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China e Japão entram em confronto naval em meio a tensões

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A Guarda Costeira do Japão informou ter interceptado dois navios chineses que se aproximavam de um barco de pesca

Na madrugada desta terça-feira (2/12), embarcações chinesas e japonesas entraram em confronto próximo a um grupo de ilhas, no Mar da China Oriental. Ambos os países apresentam versões diferentes do ocorrido. O confronto ocorre em meio às tensões diplomáticas entre China e Japão.

As embarcações, segundo a mídia local japonesa, estavam armadas com metralhadoras. A Guarda Costeira do Japão informou ter interceptado dois navios chineses que se aproximavam de um barco de pesca.


China x Japão

  • A China e o Japão enfrentam escaladas de tensões diplomáticas e ameaças militares após as declarações da premiê Sanae Takaichi.
  • A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, se tornou o centro das atenções nas últimas semanas ao declarar que Tóquio reagirá militarmente caso a China avance sobre Taiwan, ocasionando uma longa discussão diplomática entre ambos os países.
  • Durante uma sessão no Parlamento japonês, a premiê foi questionada sobre ameaças à segurança do país. Ela afirmou que um bloqueio naval chinês a Taiwan, caso envolva ações militares, poderia representar um risco à sobrevivência do Japão, que teria de usar a força para se defender.
  • O governo chinês não reagiu bem aos comentários de Takaichi. O Ministério das Relações Exteriores da China exigiu que ela retirasse as declarações sobre Taiwan.

A Guarda Costeira da China alegou que um barco de pesca japonês entrou ilegalmente nas águas das Ilhas Diaoyu, que Tóquio afirma serem as Ilhas Senkaku. A região é disputada por ambos os países.

A China argumenta que as ilhas fazem parte de seu território, enquanto o Japão administra o local. Segundo o jornal The Sankei Shimbun, este é o 29º dia consecutivo em que embarcações chinesas invadem as águas.

O porta-voz da Guarda Costeira Chinesa, Liu Dejun, declarou que a Ilha Diaoyu e as áreas adjacentes são território inerente à China, e ordenou que o Japão cessasse os atos de violação e provocação nessas águas. Ele reforçou que continuará realizando operações de fiscalização na região.

Com informações do Metrópoles

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