Segundo o Sindvargas, o aumento é consequência do reajuste da carga tributária nos combustíveis em todo o Brasil
O ano de 2026 começou com mais pressão no orçamento das famílias brasileiras. O botijão de gás de cozinha (GLP) com 13 kg ficou, em média, R$ 5 mais caro no Distrito Federal (DF). Os novos valores passam a valer nesta sexta-feira (2/1).
Dessa forma, o bujão, que em média custava R$ 103,90, passará a valer R$ 108,9.
Segundo o Sindicato das Empresas Transportadoras e Revendedoras de Gás LP (Sindvargas), o reajuste é consequência da entrada em vigor das novas alíquotas do ICMS sobre combustíveis, conforme ato publicado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) no Diário Oficial da União (DOU).
“Ainda não sabemos o valor exato do impacto real. As distribuidoras estão repassando R$ 1,04 no P13 (gás de 13 kg), mas o aumento nos combustíveis vai impactar no frete, na entrega a domínio e nos insumos. O impacto real deve ser em média R$ 5”, comentou o presidente do Sindvargas, Sérgio Costa.
A atualização do ICMS, válida em todo o país, impacta diretamente os custos da cadeia de abastecimento do GLP, refletindo-se no preço final ao consumidor.
O sindicato acrescenta que as revendas atuam como o elo final da cadeia do gás. Por isso, afirma, o reajuste não é uma decisão do setor, mas consequência direta do aumento da carga tributária.
Com informações do Metrópoles
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