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Começa hoje (3) o prazo para atualização de cadastro no programa Habita Brasília

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O prazo de atualização cadastral para que os habilitados (cerca de 142 mil) a receber um imóvel pelo programa Habita Brasília começa hoje, 3. De acordo com o Governo do Distrito Federal (GDF) a atualização deve ser feita no pelo pelo site da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab) ou pelo aplicativo para dispositivos móveis até o dia (3) junho.

“Os habilitados que não fizerem a atualização serão excluídos da lista. Mesmo quem não teve alteração no perfil ou mudou as informações há pouco tempo deve fazer o procedimento”, informa o GDF.

Segundo o diretor Imobiliário da Codhab, Jorge Gutierrez, é a primeira vez que os cadastrados precisarão atualizar seus dados. De acordo com ele, tal procedimento foi solicitado pelos órgãos de controle. Já a exigência legal foi feita por meio de uma resolução publicada no Diário Oficial do DF no dia 9 de março.

O candidato que for atualizar os dados precisará, antes, checar se suas informações que constam no sistema estão atualizadas, caso estejam, ele apenas confirmará as informações. Caso haja mudanças, será preciso que ele faça as alterações e as confirme em seguida.

Renda

Outra novidade que começa a vigor a partir de hoje é com relação a faixa de renda do cadastro. Agora, o teto será de R$ 1,8 mil para a faixa 1; de R$ 2.350 para a faixa 1,5 (novidade); de R$ 3,6 mil para a 2; e de R$ 6,5 mil para a 3. Para a faixa 4, o limite máximo de renda permanece o de até 12 salários mínimos.

Antes, esses valores eram de R$ 1,6 mil para a faixa 1; de R$ 3.275 para a 2; e de R$ 5 mil para a 3.

Programa “Morar bem”

Para ser beneficiado com algum imóvel, antes é preciso que o interessado tenham idade superior a 18 anos ou ser emancipado; também é preciso que ele resida em Brasília pelo menos nos últimos cinco anos e tenha renda máxima de até 12 salários mínimos.

O candidato pode se inscrever individualmente ou por meio de uma entidade cadastrada.

40% das moradias são destinadas às pessoas do cadastro individual, e 40% vão para as cadastradas em cooperativas e associações habitacionais.

O restante é reservado para pessoas com deficiência (8%); idosos (5%) e casos de vulnerabilidade social (7%), como famílias removidas por causa de obras de infraestrutura, pessoas que vivem em situação de extrema miséria ou nas ruas e catadores de resíduos sólidos.

 

 

 

 

 

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Jeová Rodrigues

Jornalista

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