Medalhista de ouro nos Jogos do Rio-2016 e campeão da Copa América em 2019 no Maracanã, Marquinhos volta ao estádio contra o Chile como capitão do PSG e do Brasil na centésima partida pela Seleção
Ele perdeu a última cobrança do Brasil na eliminação nos pênaltis contra a Croácia na Copa do Mundo de 2022. O processo de cicatrização da dor é lento, mas marcado por uma terapia intensiva de títulos. Aos 31 anos, Marcos Aoás Corrêa virou símbolo da era dourada do Paris Saint-Germain. Na temporada passada, o dono da braçadeira do time francês ergue quatro de cinco taças possíveis: Campeonato Francês, Copa da França, Champions League e Supercopa da Europa. Faltou a Copa do Mundo de Clubes da Fifa no vice diante do Chelsea, porém o capitão da era Ancelotti tem um motivo especial para acreditar no retorno ao MetLife Stadium, em New Jersey, em 19 de julho, para a libertação final do trauma.
Marquinhos completará, hoje, às 21h30, contra o Chile, 100 jogos com a camisa da Seleção Brasileira na penúltima rodada das Eliminatórias para a Copa de 2026. O Maracanã é o palco inspirador. Sob os braços abertos do Cristo Redentor, ele recebeu duas bênçãos na arena: a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio-2016 e a conquista da Copa América em 2019. A última exibição verde-amarela no país desafia o jogador revelado pelo Corinthians, com passagem pela Roma, a alcançar os feitos de Bellini (1958), Mauro (1962), Carlos Alberto Torres (1970), Dunga (1994) e Cafu (2002) na retomada do projeto do hexacampeonato, daqui a 280 dias.

A exibição de Marquinhos contra o Chile dará acesso ao grupo dos centenários. Cafu é o recordista com 142 jogos. Na sequência, aparecem Neymar (128), Daniel Alves (126), Roberto Carlos (125), Thiago Silva (113), Lúcio (105), Taffarel (101) e Robinho (100).
A trajetória do zagueiro na Seleção começa em 16 de novembro de 2013 na goleada por 5 x 0 contra Honduras, em Miami, sob o comando de Luiz Felipe Scolari. Trabalhou com Dunga, Tite, o interino Ramon Menezes, Fernando Diniz, Dorival Júnior e virou homem de confiança do único técnico campeão das cinco principais ligas nacionais da Europa e senhor dos troféus na Champions League.
“A chegada do nosso treinador, o Carlo, traz essa energia de princípio, de algo novo que está chegando. Esse curto prazo até a Copa do Mundo, essa energia, vai ser muito importante e bom. Traz esperança de volta. Com certeza, é uma energia boa e é a gente fazer um bom trabalho dentro de campo”, disse o capitão na Data Fifa de junho antes do empate com o Equador, por 0 x 0, e a vitória por 1 x 0 diante do Paraguai, em São Paulo. Dos sete gols de Marquinhos pela Seleção, dois foram neste ciclo. Um no amistoso contra Senegal, em Lisboa, e outro em Lima, na vitória contra o Peru.
O beque tem a missão de manter Carlo Ancelotti satisfeito com a defesa. O Brasil ainda não sofreu gol sob nova direção. Praticamente um título para um técnico formado em uma esola especializada em formar grandes defesas. “Eu sou italiano, não se esqueçam”, comemorou depois de vencer o Paraguai e classificar a Seleção para a Copa do Mundo de 2026.
Com informações do Correio Braziliense
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