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Desembargador Maurício Silva Miranda é enterrado nesta segunda (5/1)

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Amigos e colegas destacam humildade, simplicidade e legado na área jurídica durante cerimônia no Campo da Esperança, na Asa Sul

A manhã nublada desta segunda-feira (5/1) foi de despedida para amigos e familiares do desembargador Maurício Silva Miranda, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). O jurista de 60 anos morreu após passar mal durante as comemorações de final de ano, em Goiânia. A suspeita da causa inicial do quadro que levou à falência dos órgãos é dengue ou leptospirose, mas ainda não há um diagnóstico oficial.

No velório e sepultamento, realizados no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul, o clima foi de despedida, marcado por comoção, homenagens e lembranças da trajetória pessoal e profissional do desembargador.Play Video

O presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), Waldir Leôncio Júnior, lamentou a morte do desembargador Maurício e destacou a relevância de sua trajetória para o Judiciário e para a sociedade. “Apesar de ter ficado pouco tempo conosco como desembargador, cerca de três anos, ele era promotor de Justiça há mais de 30 anos, tinha ampla experiência jurídica, era professor universitário e um homem totalmente preparado”, afirmou.

Segundo o presidente do TJDFT, Maurício reunia qualidades essenciais para a magistratura. “Era extremamente simples, acessível, humilde, dedicado e trabalhador. A sociedade perde um grande cidadão, o tribunal perde um grande juiz e nós, os amigos, perdemos um grande amigo. Os rastros do Maurício não se apagaram”, completou.

Quem também reconheceu a simplicidade e generosidade do desembargador foi a delegada aposentada da Polícia Federal Silvia Régia Cândido Correia, de 60 anos. “Minha aproximação com ele se deu por ele ser uma pessoa muito simples, de um coração gigante, sempre preocupado em ser justo”, relatou. Ao se despedir do amigo de longa data, ela destacou ainda a alegria ao ver a ascensão do magistrado. “Mesmo com toda a simplicidade, ele cresceu com muito esforço. O legado que ele deixa é o de tentar ser justo, sempre”, concluiu.

A vice-governadora do DF, Celina Leão, esteve presente no velório mas preferiu não dar entrevista.

Com informações do Correio Braziliense

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