Efetivo inclui mais de 15 mil militares das Forças Armadas e 17 mil policiais civis e militares estaduais, além de 500 guardas municipais por dia
A segurança do encontro da Cúpula do Brics vai mobilizar mais de 31 mil agentes dos governos federal, estadual e municipal. O Ministério da Defesa ativou o Comando Operacional Conjunto Redentor para garantir a ordem no Rio de Janeiro em 6 e 7 de julho. A experiência em grandes eventos, como a Copa do Mundo (2014), Olimpíadas (2016) e G20 (2024), foi base para o planejamento, com ajustes para otimizar o uso de recursos.
O total do efetivo mobilizado inclui mais de 15 mil militares das Forças Armadas e 17 mil policiais civis e militares estaduais, além de 500 guardas municipais por dia.
“Essas ações são coordenadas em estreita parceria com as forças de segurança pública, demonstrando a forte integração entre as instituições na garantia da proteção de lideranças internacionais, infraestrutura do evento e, principalmente, na execução de um evento seguro para todos”, informou o Comando Militar do Leste (CML) ao Correio, por meio de nota.
O custo estimado para a operação das Forças Armadas é de R$ 18,14 milhões e terá ações de segurança terrestres, navais e aéreas. A Marinha ativou uma Força Naval Componente (FNC) com cerca de 2 mil militares e mais de 100 meios navais, aeronavais e de fuzileiros navais. A atuação abrange a segurança marítima e litorânea em uma área de 270,68 km², incluindo praias e a Baía de Guanabara, além da Marina da Glória.
A Força Aérea Brasileira criou três áreas de exclusão aérea sobre a cidade, ativadas uma hora antes e depois das reuniões. O Aeroporto Santos Dumont será fechado da 0h de sábado até 18h de segunda-feira, com voos remanejados para o Aeroporto do Galeão, que operará normalmente. Somente aeronaves com plano de voo completo, transponder ligado e contato com o controle de tráfego aéreo, e que decolam de aeroportos com programas de segurança (raios-x e vistoria), serão autorizadas a operar nas áreas restritas. Drones terão limitações e apenas unidades de segurança pública poderão utilizá-los em coordenação.
Estagiário sob a supervisão de Luana Patriolino
Com informações do Correio Braziliense
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