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Bares e restaurantes esperam fim de ano mais movimentado com 13º e festas

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De acordo com a entidade, 81% dos empresários do setor esperam aumento no faturamento na comparação com o mesmo período do ano passado

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) projeta um último bimestre mais aquecido no setor, em relação a 2024. Os estabelecimentos já começam a se preparar para as famosas festas de fim de ano, como Natal e Réveillon, que tradicionalmente fortalecem o varejo e o consumo dos brasileiros. As férias escolares e o pagamento do 13º salário são outros motivos que animam o segmento de alimentação fora do lar

Na avaliação da Abrasel, o impacto do 13º salário na economia deve ser ainda maior do que no ano anterior, quando o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) projetou uma injeção de R$ 321,4 bilhões no setor em todo o país. A entidade explica que o reajuste do salário mínimo acima da inflação neste ano contribui para as projeções mais otimistas.

“O pagamento do 13º salário, além das festas e férias de fim de ano, deve impulsionar o consumo. Estamos confiantes em uma recuperação gradativa, especialmente a partir deste mês de novembro”, avalia o presidente executivo da Abrasel, Paulo Solmucci. De acordo com a entidade, 81% dos empresários do setor esperam aumento no faturamento na comparação com o mesmo período do ano passado. A maioria projeta um crescimento de, pelo menos, 10%.

Ainda na visão da associação, o consumo maior é explicado, em parte, pela teoria da propensão marginal a consumir, que diz que pessoas de menor renda tendem a gastar uma parcela maior do que recebem, especialmente após o pagamento do 13º salário, o que é reflexo do aumento da demanda pela alimentação em bares e restaurantes, sobretudo nas regiões de periferia.

“O desemprego em níveis historicamente baixos significa mais poder de compra e, por consequência, mais movimento. Isso traz um desafio a mais na contratação de profissionais, principalmente os mais qualificados. Mas é melhor ter essa dificuldade do que ver faltarem clientes”, conclui Solmucci.

Originalmente publicado no Correio Braziliense

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