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Após primeiro turno de aprendizado, Brasília estreia em 2026

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Equipe do Distrito Federal entra na segunda metade da Superliga Feminina 2025/2026 com chance de reabilitação e tem como primeiro desafio o badalado Praia Clube, nesta terça-feira (6/1), às 21h, em Taguatinga

Nono colocado da Superliga Feminina, com quatro triunfos em 11 jogos, o Brasília Vôlei conta com a força da torcida para estrear em 2026 e abrir o segundo turno da competição. Nesta terça-feira (6/1), a equipe candanga entra em quadra para enfrentar o Praia Clube, terceiro colocado da Superliga Feminina, com oito trunfos, às 21h.

Após o revés na última rodada por 3 sets a 0 para o Fluminense, a equipe de Spencer Lee busca se recuperar no torneio nacional. A central Lívia, uma das remanescentes do grupo, analisou o primeiro turno do time brasiliense e pontuou acertos e erros durante a fase inicial.

Desde a formação do grupo, o técnico Spencer havia sinalizado o momento de construção de uma equipe muito jovem. Lívia é uma das poucas atletas que permaneceram da temporada passada. A jovem de 22 anos e de 1,87m de altura, além de ter tido um papel importante na permanência do Brasília na elite do vôlei, foi destaque da Seleção Brasileira Júnior campeã no Pan-Americano no ano passado.

A carioca, entretanto, afirmou a dificuldade do grupo em alguns momentos durante o primeiro turno. Mas, assim como as companheiras, entende que é um processo normal para um time ainda em formação. “Enfrentamos adversários muito fortes, vivemos oscilações naturais de um time em construção, mas tiramos lições importantes sobre regularidade, tomada de decisão e ajustes táticos”, analisou. “Foram jogos intensos, com sequências longas de rally, que testam não só o físico, mas também a lucidez da equipe”, completou.

De volta às atividades, as observações serviram de aprendizado e reflexão para as jogadoras do clube brasiliense. “Crescemos em entrosamento e maturidade emocional. Agora, a cobrança interna aumenta. Precisamos de mais intensidade desde o primeiro ponto, mais comunicação e presença emocional. É saber impor nosso ritmo e, quando necessário, saber sofrer sem perder a identidade”, destacou a central.

Para o confronto desta terça-feira, Lívia acredita na força coletiva da equipe para entregarem o máximo de si contra o Praia Clube, com oito vitórias em 11 jogos. “Sabemos da força do adversário, mas jogos assim mostram onde estamos e o quanto evoluímos. É um jogo que exige concentração máxima, coragem e muita entrega do início ao fim”, concluiu.

Programe-se: 

Superliga Feminina 

Brasília Vôlei x Praia Clube 

Data e horário: 6/1 (terça-feira), às 21h 

Local: Ginásio do Sesi, em Taguatinga 

Transmissão: VBTV (streaming)

*Estagiária sob a supervisão de Victor Parrini

Com informações do Correio Braziliense

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