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Distrital Dayse Amarilio comenta sobre a saúde pública do DF e diz que Iges-DF não pode agir de forma independente e precisa responder às metas da Secretaria de Saúde

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A deputada distrital Dayse Amarilio (PSB) participou da audiência pública, realizada nesta quinta-feira (5), para ouvir a secretária de Saúde do Distrito Federal, Lucilene Florêncio, a respeito do Relatório de Atividade Quadrimestral da Secretaria de Saúde do DF, referente ao 2º Quadrimestre de 2024.

Em entrevista ao TaguaCei, a distrital falou sobre a saúde pública e destacou que mesmo havendo empenho por parte da Secretaria de Saúde do DF para melhor o serviço – que constantemente é alvo de críticas –, ainda há muito a se fazer.

“A saúde é algo muito complexo, precisa realmente de soluções que passam por muitas coisas, mas acho que o mais importante da saúde é que a gente possa ter realmente uma saúde, um SUS integrado. Onde o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (Iges-DF) precise ter metas e entregar aquilo que é a necessidade da Secretaria [de Saúde] e não aquilo que ele quer fazer. Então, essa é a nossa preocupação e essa também é o nosso motivo da nossa fiscalização”, explica Dayse.

Para a distrital, é seu mandato, nos últimos dois anos, tem cumprido o papel de não apenas legislar, mas também de fiscalizar. E, de acordo com ela, a saúde pública é uma área que precisa, antes de tudo, de fiscalização, de acompanhamento para certificar-se que o serviço prestado está tendo qualidade.

“Temos evoluído, temos pensado o Distrito Federal e feito a nossa parte que é fiscalizar. Então, a gente entregou nestes dois primeiros dois anos de mandato, muitas entregas, muitas coisas importantes, mas com muitos desafios. Entre eles, destaco a questão da saúde que é um grande gargalo, mas peço para que a população acompanhe o nosso trabalho, cobre da gente, porque ano que vamos continuar atuando da mesma forma”, ressalta.

Dayse lembrou ainda que mesmo sendo muito conhecida pelo seu trabalho na saúde – ela é enfermeira de formação – seu mandato não se resumiu apenas nesta área. Ela também diz ter atuado fortemente no segmento da educação e na defesa pelos direitos das mulheres, já que a distrital é também Procuradora Especial da Mulher (PEM) da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) e presidente da Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

“Acho que este ano à frente da Procuradoria a gente deixa um legado não só da Casa para Casa, mas também um legado para Brasília em relação à proteção da mulher. A gente não consegue legislar muito porque tem muitas coisas que o deputado não pode legislar, mas na representatividade que é a nossa função e na fiscalização, a gente fez um trabalho muito sério muito consistente porque esse é o nosso dever: fiscalizar e trabalhar junto”, argumenta.

Ao comentar sobre a gestão do governador Ibaneis Rocha (MDB), Dayse Amarilio reconhece que há pontos positivos do governo, mas que ainda há muito a se fazer. “Acho que precisa de mais investimentos em áreas prioritárias, então a gente precisa de menos obras, e mais saúde e educação”, pontua a distrital.

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