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Pacheco sobre lei da “saidinha” de presos: “Congresso promoverá mudanças”

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Após repercussão do caso de PMs baleados em Minas Gerais e em São Paulo, presidente do Senado disse que Congresso vai debater leis e “até suprimir direitos”

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) afirmou, nesta segunda-feira (8/1), que o Congresso Nacional vai debater leis na área da segurança pública, “reformulando e até suprimindo direitos”. O senador fez a declaração em sua página no X (antigo Twitter), após a repercussão do assassinato de policiais militares em Minas Gerais e em São Paulo.

“Policiais estão morrendo ou sendo feridos com gravidade no cumprimento de sua função e isso nos obriga a reagir. Armas estão nas mãos de quem não tem condição de tê-las, e a liberdade para usá-las garantida a quem não devia estar em liberdade”, disse Pacheco. 

O senador citou a morte da policial civil Milene Bagalho, morta pelo empresário Rogério Saladinho, no bairro Jardins, em São Paulo. A investigadora foi baleada ao ir à residência de Rogério, para investigar um furto ocorrido no local no dia anterior.

“A policial civil Milene Bagalho também foi assassinada por um cidadão que a recebeu a tiros num bairro nobre de SP. O delegado da PF Thiago Selling Cunha levou um tiro na cabeça, ao cumprir mandado de busca e apreensão no Guarujá, mas felizmente não morreu”, lembrou Pacheco. Thiago Selling foi baleado em agosto do ano passado.

Além desses casos, o presidente da Casa Alta lamentou a morte do sargento da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), Roger Dias da Cunha, de 29 anos. O PM foi baleado na cabeça após uma perseguição contra dois suspeitos de roubo a um veículo, que estavam foragidos após serem liberados para a “saidinha” de Natal. “O crime cometido contra o policial Roger Dias da Cunha é de gravidade acentuada e gerou a todos grande perplexidade e tristeza. Meus sentimentos à sua família e à Polícia Militar de Minas Gerais”, escreveu Pacheco.

“Embora o papel da segurança pública seja do Executivo, e o de se fazer justiça, do Judiciário, o Congresso promoverá mudanças nas leis, reformulando e até suprimindo direitos que, a pretexto de ressocializar, estão servindo como meio para a prática de mais e mais crimes”, assegurou. “Ou reagimos fortemente à criminalidade e à violência, ou o país será derrotado por elas”, concluiu Pacheco.

Com informações do Correio Braziliense

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Jeová Rodrigues

Jornalista

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