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Mulheres acionam Justiça do DF para pedir retirada de contraceptivo permanente Essure

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Brasília (DF), 15/10/19. Angélica Gazola. Mulheres que colocaram o Essure e luta na justiça para a retirada. O dispositivo que faz uma laqueadura sem cirurgia deu vários problemas. Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles
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O contraceptivo permanente Essure, da empresa alemã Bayer, tem sido alvo de muitas polêmicas nos últimos anos. No Distrito Federal, cerca de 100 mulheres colocaram o dispositivo pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas algumas apresentaram complicações severas e tentam na Justiça a retirada do dispositivo pela rede pública de saúde.

A Pró-Vida entende que a empresa farmacêutica Bayer também poderia ser responsabilizada pelas complicações clínicas advindas pelo uso do Essure, sugerindo que ela seja acionada judicialmente a custear os tratamentos cirúrgicos necessários para recuperar a saúde das pacientes prejudicadas pelo método contraceptivo.

De acordo com a nota técnica da Pró-Vida, não existe uma recomendação absoluta para que as pacientes com o dispositivo Essure promovam a sua retirada de imediato. Deve-se manter a rotina de acompanhamento clínico e, se houver necessidade, o procedimento será feito mediante orientação médica. Recomenda-se a retirada diante de complicações descritas na literatura médica, como gravidez ectópica, dor crônica, perfuração de órgãos, migração do dispositivo, alergia e sintomas sugestivos de sensibilidade e reações imunológicas.

Essure

A técnica foi aprovada pelos órgãos de controle na Europa em 2001 e nos Estados Unidos em 2002. Desde então, seu uso foi difundido para vários países, inclusive o Brasil (2009). Em 2015, o FDA (órgão norte-americano responsável pela avaliação de novos tratamentos) iniciou um processo de revisão de segurança do Essure após uma petição pública relatando efeitos adversos do produto. Em 2016, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou dois alertas, um deles destacava a importância de profissionais e pacientes terem ciência de possíveis complicações associadas ao uso do método.

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Jeová Rodrigues

Jornalista

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