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Comissão do Senado se reúne nesta quarta com PF e presidente do STF

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Grupo de acompanhamento instalado na Comissão de Assuntos Econômicos apura escândalo que levou à liquidação do Banco Master

A comissão de acompanhamento do caso Master na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado tem agenda cheia nesta quarta-feira (11/2), com encontros previstos com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin. O grupo investiga suspeitas de fraude bilionária que culminaram na liquidação do Banco Master.

O presidente da CAE, senador Renan Calheiros (MDB-AL), se reúne com Andrei Rodrigues às 17h, na sede da Polícia Federal, em Brasília. Já por volta das 18h30, está previsto um encontro entre integrantes da comissão e o presidente do STF, como parte das articulações institucionais em torno das apurações

Com pedidos de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) travados no Congresso, o grupo de trabalho da CAE tem funcionado como alternativa para que os senadores avancem nas investigações sobre as irregularidades atribuídas à instituição financeira. A comissão busca reunir informações técnicas e ouvir autoridades envolvidas na fiscalização do sistema financeiro.

Na terça-feira (10), a CAE aprovou uma série de requerimentos com pedidos de informação e convites a personagens centrais do caso. Entre eles, estão o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e o ex-sócio da instituição Augusto Lima, conhecido como “Guga Lima”.

Os senadores também autorizaram convites a autoridades, como o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo; o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo Filho; e o presidente interino da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Otto Lobo. As datas das audiências ainda não foram definidas.

Durante a sessão, Renan Calheiros fez um discurso crítico ao caso, recorrendo a metáforas circenses para descrever o esquema investigado. Segundo o senador, a “fraude bilionária” funcionou por anos como um “globo da morte para o mercado”. O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master em novembro, após investigações da Polícia Federal sobre emissões de títulos e suspeitas na gestão da instituição.

Com informações do Correio Braziliense

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