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Com fronteira fechada há 17 dias, até ônibus da Venezuela chegam ao Brasil por rotas clandestinas

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O fechamento da fronteira da Venezuela por ordem de Nicolás Maduro chegou neste domingo (10) ao 17º dia, mas na prática tem impedido cada vez menos pessoas de cruzarem rumo ao Brasil.

Os caminhos clandestinos entre os dois países se popularizam dia após dia e até veículos estão chegando ao Brasil pelas chamadas “trochas”.

Nesta manhã, um ônibus atravessou por rotas ilegais na fronteira, chegou ao lado brasileiro com passageiros e depois retornou vazio à Venezuela. O mesmo caminho tem sido feito por carros e motos.

“Eu vim com minha esposa e meu filho porque na Venezuela eles não têm como viver. Falta de tudo. Do alimento às fraldas. O que ainda tem é caro”, disse José Micel, de 42 anos, logo após chegar ao país na carroceria de um carro.

Família pegou carona em carro para chegar até o lado brasileiro da fronteira — Foto: Alan Chaves/G1 RRFamília pegou carona em carro para chegar até o lado brasileiro da fronteira — Foto: Alan Chaves/G1 RR

Família pegou carona em carro para chegar até o lado brasileiro da fronteira — Foto: Alan Chaves/G1 RR

Ele contou ter passado 10 dias em Pacaraima e depois ido à Venezuela, onde buscou a mulher e o filho. Após cruzar a fronteira, os três seguem para Boa Vista, a 215 Km de Pacaraima.

“Esperamos que no Brasil a gente tenha uma vida melhor”, declarou.

Enquanto alguns dizem vir de carona, outros relatam pagar passagens a mototaxistas e motoristas de ônibus. Em alguns casos, a travessia chega a custar R$ 50, numa viagem que dura em média 15 minutos de Santa Elena, na Venezuela, a Pacaraima.

Fonte: G1.

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Jeová Rodrigues

Jornalista

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