
GDF publica decreto com novas flexibilizações; veja o que muda
A norma amplia o horário de funcionamento de bares e restaurantes da cidade e autoriza competições esportivas profissionais após às 22h
O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB) publicou, nesta terça-feira (13/4), novo decreto que flexibiliza o funcionamento de algumas atividades na capital. A norma permite a autorização de competições esportivas profissionais após às 22h, bem como a prorrogação do horário de funcionamento de bares e restaurantes da cidade. As mudanças foram publicadas no Diário Oficial do DF (DODF) e começam a valer a partir de hoje.
informação sobre as mudanças foi adiantada nesta segunda-feira (12/4) pelo secretário da Casa Civil, Gustavo Rocha, durante coletiva de imprensa. Com a nova alteração, estão autorizadas a realização de competições esportivas após às 22h. Depois desse horário, os jogadores deverão se deslocar para as residências ou hotéis, etc.
A venda de bebidas alcoólicas na capital estava proibida entre 20h e 5h, desde fevereiro. Com a nova regulamentação, o GDF estendeu a comercialização até às 21h, inclusive em operações de delivery, drive-thru e take-out.
Outra mudança é a prorrogação do horário de funcionamento dos bares e restaurantes para às 21h. Antes do decreto, esses estabelecimentos podiam funcionar até às 19h. No final de março, entidades do setor chegaram a enviar um ofício ao chefe do Executivo local pedindo a ampliação até às 22h.
Sobrevivendo na pandemia
Leandro Nunes, de 35 anos, é proprietário do restaurante Le Parisien, na 103 Norte. Ele conta que, desde o começo da segunda fase do lockdown, teve uma perda alta no faturamento. Para sobreviver à crise, foi preciso diminuir a equipe de funcionários e criar um sistema de delivery, que ainda não estava implementado. “Criamos novos pratos e lanches específicos para essa nova demanda. Com a reabertura, esperamos que os clientes voltem a frequentar o restaurante, mas com um público ainda reduzido”, afirmou.
O empresário acredita que só com a imunização em massa será possível aumentar o fluxo de clientes. “Esperamos, um dia, conseguir voltar a encher as nossas casas, cobrir nossos prejuízos e sobreviver a essa terrível fase que estamos passando de crise sanitária e financeira”, disse.
O empresário Ricardo Sechis, 24, é sócio do Ricco Burger, restaurante especializado em hambúrgueres artesanais, e precisou se reinventar para sobreviver ao período de pandemia. Para driblar a crise, os gestores resolveram inaugurar duas novas lojas de delivery, uma na Asa Sul e outra no Lago Sul. “Não demitimos ninguém no primeiro fechamento, mas dentro dessa segunda fase, tivemos um corte em 20% dos funcionários e foi uma das decisões mais difíceis que tomamos até aqui”, afirmou.
Ricardo aguarda confiante pela reabertura e enfatiza a importância de todos seguirem os protocolos sanitários. Disse, ainda, que o foco, neste momento, é priorizar o pagamento dos funcionários e honrar os compromissos com fornecedores. “O que esperamos é que quem esteja fazendo direito não seja prejudicado por quem não está seguindo as regras. Não adianta ficar reclamando, né? Nada é 100% ruim e nada 100% bom. Também temos muito a agradecer e sabemos que em breve tudo isso vai passar”, disse.
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