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Virginia admite que vídeos que mostram ganhos em bets não são reais

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Em resposta à senadora Soraya Thronicke, Virginia Fonseca disse que vídeos em que aparece ganhando dinheiro não são feitos em conta pessoal

A influenciadora Virginia Fonseca, convocada a prestar depoimento na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que investiga supostos crimes realizados por influencers e casas de apostas online, afirmou nesta terça-feira (13/5) que os vídeos divulgados em que ela aparece ganhando dinheiro em cassinos virtuais não são reais.

Contas “demonstração”

Em uma declaração dada à senadora Soraya Thronicke (Podemos/MS), a esposa de Zé Felipe disse que as gravações, que normalmente mostram ganhos altos em apostas online, não são feitas em contas particulares, e sim, perfis disponibilizados pelas próprias plataformas.

Questionada se já havia jogado de fato nas casas de apostas que divulga, a influenciadora respondeu que sim. Na sequência, a senadora perguntou se os vídeos em que a famosa aparece ganhando dinheiro foram gravados em sua conta particular. Virginia, então, negou.

“Os vídeos em que a senhora aparece jogando foram gravados com essa conta real?”, indagou Soraya Thronicke. “Não”, respondeu Virginia. A parlamentar seguiu seu questionamento: “Em qual tipo de conta foram gravados?”. A influencer explicou logo depois. “Conta que eles mandam o login e a senha e aí é a conta para publicidade”.Play Video

“É uma conta que ela é feita pra eu jogar, não necessariamente é uma conta fake”, explicou a famosa. “O mesmo aplicativo que eu divulgo são os que eles jogam”, completou Virginia.

Assista:

Virginia nega que recebia 30% de perdas

Mais cedo, em seu depoimento na CPI das Bets, a apresentadora do SBT negou que recebesse 30% dos valores perdidos por usuários em cassinos virtuais divulgados por ela e deu sua versão do caso.

Questionada pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), Virginia Fonseca afirmou que seu contrato com a Esportes da Sorte ou outras casas de apostas não previam faturamento em cima das perdas dos usuários, e sim sobre o lucro oferecido às plataformas.

O caso foi revelado pela revista Piauí em janeiro deste ano. “O que aconteceu foi que fechei meu contrato com a Esporte da Sorte e esse valor que eles me pagaram [R$ 29 milhões, segundo a publicação], se eu dobrasse o lucro dele, eu receberia 30% a mais da empresa. Em momento algum recebi sobre perdas dos seguidores, nunca teve sobre isso no contrato. Mas esse valor nunca foi dobrado, então, nunca recebi um real a mais do que o contrato”, revelou.

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Jeová Rodrigues

Jornalista

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