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Coletivo distribui 200 cestas digitais para carentes em Samambaia.

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Os beneficiados receberam cartões ticket alimentação, com recarga de R$150 por dois meses, para compras em supermercados da região


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Distrito Federal

Coletivo distribui 200 cestas digitais para carentes em Samambaia

Os beneficiados receberam cartões ticket alimentação, com recarga de R$150 por dois meses, para compras em supermercados da região

Izabella Moura

14/05/2021 15:19,atualizado 14/05/2021 15:28

Larissa Ventura/ColetivoMotiro

A pandemia agravou o cenário de vulnerabilidade das famílias brasileiras. O país tem hoje cerca de 19 milhões de pessoas passando fome e 119 milhões em insegurança alimentar, segundo o estudo desenvolvido pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar (Rede PENSSAN).

No Distrito Federal essa realidade é sentida em pelo menos 319 mil domicílios. Os dados são da mais recente Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada em setembro de 2020.

Para tentar amenizar este efeito, muitas associações, organizações não governamentais e religiosas têm levantado doações para os mais vulneráveis. Como a Associação Coletivo Motirõ, em Samambaia, que na última quinta-feira (13/5) distribuiu 200 cestas básicas digitais para famílias da comunidade Assaí.

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Coletivo distribui 200 cestas digitais para carentes em Samambaia

Os beneficiados receberam cartões ticket alimentação, com recarga de R$150 por dois meses, para compras em supermercados da região

Izabella Moura

14/05/2021 15:19,atualizado 14/05/2021 15:28

Larissa Ventura/ColetivoMotiro

A pandemia agravou o cenário de vulnerabilidade das famílias brasileiras. O país tem hoje cerca de 19 milhões de pessoas passando fome e 119 milhões em insegurança alimentar, segundo o estudo desenvolvido pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar (Rede PENSSAN).

No Distrito Federal essa realidade é sentida em pelo menos 319 mil domicílios. Os dados são da mais recente Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada em setembro de 2020.PUBLICIDADE

Para tentar amenizar este efeito, muitas associações, organizações não governamentais e religiosas têm levantado doações para os mais vulneráveis. Como a Associação Coletivo Motirõ, em Samambaia, que na última quinta-feira (13/5) distribuiu 200 cestas básicas digitais para famílias da comunidade Assaí.

Os beneficiários receberam um cartão com recarga de R$150, por dois meses, para ser usado nos comércios e supermercados da região. A ideia é, além de ajudar quem tem fome, fomentar o comércio e ajudar os empresários locais.

“A pandemia mostrou ainda mais as desigualdades sociais do nosso país. Para além da polarização política que vivemos, temos que olhar para o ser humano, para os que mais sofrem com essa realidade. Por isso acreditamos que voluntariado é a força motriz da transformação social. E estamos felizes de poder ajudar as famílias da nossa comunidade”

Flávio Almeida, diretor administrativo do Coletivo Motirõ.

O Coletivo, que atua nos bastidores escolares de Samambaia desde 2018, já promovia a distribuição de alimentos por meio de doações e viu essa demanda aumentar no último ano.

A distribuição das cestas básicas digitais em Samambaia é fruto da parceria com a ONG Gerando Falcões, de São Paulo, e faz parte da Campanha “Corona no Paredão, Fome não”, que apoia mais de 700 favelas no Brasil por meio de trabalhos sociais, com foco na educação e geração de renda.

“Eu estou desempregada há dois anos e grávida do meu primeiro filho, e as coisas estão muito complicadas até para comer lá em casa. [O ticket de] R$ 150 parece pouco, mas para minha situação vai garantir a compra do mês”, conta a administradora e moradora de Samambaia Stephane Mara, de 32 anos.

Aqui no DF, três organizações foram selecionadas para fazer parte da campanha: o Coletivo Motirõ, em Samambaia, o Andanças DF, em Sobradinho I, II e Fercal, e a Despertar Sabedoria, no Sol Nascente. Juntas elas beneficiaram 600 pessoas com a cesta básica digital.

O Coletivo Motirõ

Coletivo Motirõ é composto por cerca de 150 voluntários de diversas áreas. A entidade oferece atividades e atendimentos para alunos, professores e a comunidade em geral em Samambaia. O grupo se mantém por doações e parcerias.

Por meio de projetos e oficinas, são oferecidas atividades educativas na sede do projeto, como aulas de teatro, reforço de inglês, turmas de libras e aulas de artes marciais, por exemplo. Os alunos e professores também recebem apoio e acompanhamento psicológico gratuito.
O coletivo está desenvolvendo um aplicativo para ajudar jovens e adolescentes que sofrem com ansiedade, depressão e ideação suicida. Por meio do aplicativo Amigo, que estará disponível para o sistema Android e iOS, as demandas serão direcionadas para uma central de atendimento via chat, e os usuários poderão conversar com uma equipe treinada e preparada pela Central de Proteção à Vida (CVV).

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Jeová Rodrigues

Jornalista

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