Kit de detecção envolve uma reação química que provoca a mudança de cor na solução, indicando tanto a presença quanto a concentração do metanol
A startup brasileira Macofren, criada a partir de pesquisas desenvolvidas na Universidade de Brasília (UnB), firmou um acordo junto à Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor (Prodecon) para a doação de 500 kits de teste rápido para detecção de metanol. A iniciativa tem como objetivo combater fraudes e proteger os consumidores de produtos adulterados, especialmente diante de recentes casos de intoxicação por metanol registrados no país.
Os equipamentos serão utilizados pela Vigilância Sanitária do Distrito Federal e pela Polícia Civil (PCDF) para identificar a presença da substância em combustíveis — como gasolina e etanol — e também em bebidas alcoólicas.
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Como funciona o teste
Os kits de detecção rápida de metanol utilizam uma reação química simples: ao adicionar um sal à amostra, o metanol é transformado em formaldeído. Na sequência, a aplicação de um ácido provoca mudança de cor na solução, indicando tanto a presença quanto a concentração da substância.
O processo leva cerca de 15 minutos e a alteração de cor é facilmente perceptível. Com o uso dos kits, as equipes de fiscalização poderão selecionar com mais precisão as amostras que necessitam de análises laboratoriais complementares, tornando o trabalho mais ágil, econômico e eficiente.
Com informações do Correio Braziliense
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