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Maioria concorda com condenação de Bolsonaro, aponta pesquisa Atlas/Bloomberg

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Foram ouvidas 7.291 pessoas por meio de recrutamento digital aleatório (online). A margem de erro é de 1 ponto porcentual para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%

Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (17/9) aponta que a maioria dos eleitores brasileiros concorda com a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e acredita que ele de fato participou de um plano de golpe de Estado. Há, porém, uma divisão sobre a pena aplicada ao ex-presidente pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, de 27 anos e 3 meses de prisão.

O levantamento foi feito entre os dias 10 e 14 deste mês, ou seja, durante o período de julgamento do ex-presidente, que foi finalizado na quinta-feira passada, dia 11. Foram ouvidas 7.291 pessoas por meio de recrutamento digital aleatório (online). A margem de erro é de 1 ponto porcentual para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

De acordo com a pesquisa, 52,3% dos brasileiros afirmaram concordar com a condenação, contra 46,6% que discordam. São 1,1% os que não sabem. Além disso, 49,5% dos eleitores consideram que o julgamento contra Bolsonaro e seu entorno foi completamente imparcial, contra 33,1% que veem as decisões como “completamente enviesadas”. Há ainda 6,6% de eleitores que avaliam que o julgamento foi menos imparcial do que deveria e outros 10,7% que não souberam.

Para a maioria dos brasileiros (52,9%), Bolsonaro não está sendo perseguido. Outros 46,9%, porém pensam o contrário.

A Atlas/Bloomberg também perguntou aos eleitores sobre as penas a Bolsonaro. Para 46% elas são maiores do que deveriam. Outros 34% acham que são menores, enquanto 14,9% avaliam que são iguais ao que deveriam. Outros 5,1% não souberam.

Quando questionados se Bolsonaro participou de um plano de golpe de Estado, 53,4% dos brasileiros defende que sim, enquanto 42,1% acham que não. Em junho, eram 48,4% os que achavam que sim e 48,3% os que achavam que não.

Para 47,6%, o impacto do julgamento do ex-presidente será positivo para a política brasileira. Outros 41,1% veem como negativo, enquanto 6,5% não enxergam impacto algum e 4,8% não sabem.

Com informações do Correio Braziliense

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