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“A história julgará todos nós”, diz Motta sobre lei que protege infância nas redes

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Presidente da Câmara destacou que a proteção da infância não é um assunto apenas político, mas “humano e civilizatório”

O presidente da Câmara, deputado federal Hugo Motta (Republicanos-PB) voltou a afirmar que proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital é um tema “inadiável”. Em debate no Plenário Ulysses Guimarães, nesta quarta-feira (20/8), o presidente da Casa destacou que a proteção da infância não é um assunto apenas político, mas “humano e civilizatório”.  

O debate foi solicitado pelos líderes partidários para discutir a chamada “adultização” nas redes sociais, tema que ganhou visibilidade nacional após vídeo do influenciador Felca. “Uma infância roubada não se recupera, e se falharmos nesse dever, que sentido tem a política, que sentido tem um Parlamento se não somos capazes de proteger aquilo que nos dá futuro?”, citou Motta.

Também nesta quarta, a Câmara deve votar o Projeto de Lei 2628/22, que cria regras de proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais. Motta frisou que essa não será “apenas mais uma lei”, mas sim um “pacto entre gerações para que cada criança tenha o direito sagrado de viver a infância com dignidade e respeito”.

“A historia julgará todos nós, e que a historia possa dizer que nesse momento o Brasil não se calou, que o Brasil escolheu proteger os seus filhos, que o Brasil soube se erguer diante do inadiável”, declarou Motta.

“O Brasil inteiro viu aquele vídeo. O país se chocou. Mas mais do que o choque, o país se moveu. O tema da adultização das nossas crianças saiu das telas e ganhou as ruas. Virou conversa de família, de bar, de escola, de igreja. E que bom que isso aconteceu, porque hoje o tema também ganha o Congresso Nacional”, acrescentou o presidente da Câmara.

A ministra dos Direitos Humanos e Cidadania, Macaé Evaristo, também participou do debate e manifestou apoio ao Projeto de Lei 2628/22. “É imprescindível a aprovação”, citou. “A ausência de responsabilização e regulação contribui para a manutenção da impunidade, marca infeliz que o país carrega quando o assunto são as violações de direitos humanos de grupos historicamente vulnerabilizados”, emendou a ministra.

Com informações do Correio Braziliense

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