Marcado para os dias 12 a 20 de setembro, o festival mais tradicional da cidade terá um dia a mais na programação
O festival mais longevo do país será realizado entre os dias 12 e 20 de setembro. Em sua 58ª edição e comemorando 60 anos do projeto, o evento será o segundo ano em parceria com a Câmara Legislativa e teve mais de 1.600 títulos inscritos para o festival.
O Secretário de Cultura, Cláudio Abrantes, aponta que a parceria com a Câmara e o momento do ano em que será realizado o festival elevam o evento para maior relevância nacional e celebram a permanência do festival. “É a 58ª edição, mas a gente celebra 60 anos deste festival, que tem uma história belíssima, tanto do ponto de vista da qualidade, o poder artístico implantado nesse festival, mas também uma história muito forte na relação com o país. com a democracia, com o trabalho independente, que é uma marca do cinema brasileiro”, destaca Abrantes.
Como novidade, Abrantes apresenta o Conselho Conselho Consultivo do Audiovisual do Distrito Federal, que abrirá mais caminhos para o audiovisual em parceria com a Secretaria de Cultura. Além disso, em parceria ao Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), será realizado um concurso para recolher projetos para a reforma do anexo do Cine Brasília.
O filme de abertura deste ano do festival será Agente Secreto, vencedor no Festival de Cannes protagonizado por Wagner Moura. “Os ingressos para a sessão esgotaram muito rápido, então o filme entrará em cartaz no Cine Brasília também”, destaca a diretora do festival, Sara Rocha. O filme de encerramento será Natureza das coisas invisíveis, da diretora Rafaela Camelo que estreou o longa no Festival de Gramado.
Esse ano, o Troféu Candango pelo Conjunto da Obra e Homenagem do Festival homenageia Fernanda Montenegro, que foi a primeira vencedora de Melhor atriz na primeira edição e já teve mais de trinta e cinco títulos exibidos no Cine Brasília. Além da atriz, serão homenageados Lucia Murat, no Prêmio Leila Diniz, Ivana Bentes, na Medalha Paulo Emílio Sales Gomes, e Chico Sant’Anna no Troféu ABCV de 2025.
Na Mostra Competitiva Brasília, foram selecionados os longas: Vozes e vãos, das diretoras Edileuza Penha de Souza e Edymara Diniz, Mil Luas (Carina Bini), Menino quem foi seu mestre? (Rafael Gontijo e Sandra Bernardes), Maré Viva Maré Morta (Cláudia Daibert) e A última noite da rádio (Augusto Borges).
Na Mostra Competitiva Nacional, foram selecionados sete longas. Morte e vida madalena, de Guto Parente (CE), Xingu à margem, de Wallace Nogueira e Arlete Juruna (BA), Quatro Meninas, de Karen Suzane (RJ), Corpo da Paz, de Torquato Joel (PB), Aqui não entra luz, de Karol Maia (MG), Assalto à brasileira, de José Eduardo Belmonte (SP) e Futuro futuro, de Davi Pretto (RS).
Comemorando os 60 anos do Festival de Brasília, serão exibidos os filmes São Paulo SA, de Luiz Sérgio Person, A falecida, de Leon Hirszman, e três curtas de Kleber Mendonça Filho que já foram exibidos: Vinil verde, Noite de sexta manhã de sábado e Recife frio. Ambos os longas foram premiados na primeira edição do festival, em 1965.
Com informações do Correio Braziliense
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