O ortopedista Luiz Felipe Carvalho aponta o que ajuda a deixar os ossos fortes. Os hábitos citados pelo médico fortalecem essas estruturas
Em entrevista anterior à coluna Claudia Meireles, o ortopedista Luiz Felipe Carvalho explicou que o hábito que mais enfraquece os ossos é, sem dúvida, o sedentarismo, principalmente quando está associado à pouca exposição solar. Novamente, o médico foi acionado para indicar o que deve ser feito diariamente para fortalecer essas estruturas.
Especialista em coluna vertebral e medicina regenerativa, o médico destaca que o “ideal” para deixar os ossos fortes é combinar movimento, alimentação adequada e exposição solar controlada. Ele recomenda optar por exercícios com carga, a exemplo da caminhada, musculação ou subir escadas: “Essas atividades estimulam a renovação óssea.”

Quanto à alimentação, Luiz Felipe orienta adicionar à dieta “boas fontes de cálcio, proteínas e vitamina D”. O ortopedista dá mais um conselho, em especial para quem trabalha ou fica bastante tempo sentado. “Evitar longos períodos sentado também ajuda, pois os ossos respondem diretamente aos estímulos mecânicos recebidos todos os dias”, frisa.Play Video
O médico sugere manter horários regulares de sono para fortalecer as estruturas de sustentação do corpo. O especialista ressalta: “Nunca esqueça que a saúde óssea está diretamente ligada à saúde dos músculos que também depende do metabolismo como um todo. Exercícios regulares e intestino e musculatura saudáveis resultam em ossos saudáveis.”

Diplomado pela Academia Americana de Medicina Regenerativa (AABRM), Luiz Felipe enfatiza que, devido à falta de movimento, o corpo entende que não precisa reforçar a estrutura e, assim, ocasiona o enfraquecimento dos ossos. “A ausência de impacto e carga reduz o estímulo para a formação óssea, acelerando a perda de densidade”, declara.
Osteoporose
O enfraquecimento desses órgãos é a principal causa da osteoporose, doença caracterizada pela perda progressiva de massa óssea. Com estão fracos, os ossos ficam suscetíveis a fraturas. Considerada silenciosa, a condição costuma acometer especialmente idosos, mas também pode afetar crianças, adolescentes e jovens adultos.

Com informações do Metrópoles
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