A família criou um perfil destinado à divulgar novas informações sobre o caso. Segundo eles, Juliana está desaparecida
A irmã da brasileira Juliana Marins, de 26 anos, desmentiu, por meio das redes sociais, as informações de que a jovem teria recebido comida, água e agasalho após cair durante uma trilha no vulcão Rinjani, em Lombook, na Indonésia.
Mariana Marins, irmã de Juliana, disse que o resgate ainda não conseguiu chegar até a mochileira, que já espera por ajuda há mais de 30 horas. “O resgate não aconteceu. Depois das 17h30 da tarde, no horário local, eles pararam as buscas e ninguém chegou até a Juliana. Ninguém sabe onde a Juliana está, ela está desaparecida”, afirmou Mariana em publicações nas redes sociais.
A irmã afirma que Juliana estava no segundo dia de trilha e que saiu com outros cinco turistas e um guia. “Ela disse que estava cansada nessa trilha do segundo dia e que precisava descansar. O guia falou ‘então descansa’ e seguiu viagem. Ela foi abandonada”, contou com indignação.
Segundo ela, na primeira queda, Juliana teria caído numa distância de 300 metros e a equipe de resgate levou uma corda de apenas 150 metros. A mochileira foi vista pela última vez no sábado, em imagens feitas com um drone de um turista. De acordo com a família, essas imagens dela caída na trilha são reais e as últimas que se tem dela.
A família criou um perfil destinado à divulgação de novas informações sobre o caso. Na última postagem feita até a mais recente atualização desta matéria, as buscas que seriam feitas hoje para resgatar Juliana foram canceladas por conta das condições climáticas.
O monte Rinjani, onde Juliana fazia a trilha, tem 3.726 metros de altura e é o segundo maior vulcão da Indonésia. O local é bastante procurado por alpinistas.
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