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Distrital Arlete Sampaio promete lutar contra a ideia do governo de privatizar as estatais

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A distrital Arlete Sampaio (PT) é uma das deputadas que compõem a Frente Parlamentar contra a privatização das empresas públicas do Distrito Federal que fora implantada recentemente na Câmara Legislativa (CLDF). Em entrevista ao Jornal TaguaCei, a deputada lembra que frente já é composta por nove distritais, o que impediria o governo de ter maioria durante as votações de projetos que visem abrir o capital das empresas públicas – CEB, Caesb, Metrô, Banco BrB, Codeplan, e outras.

“Nós acabamos de lançar a frente parlamentar em defesa das empresas públicas, com a assinatura de nove deputados. Portanto, são nove, então isso retira a maioria absoluta do governo na aprovação da tese da privatização”, diz.

A deputada lembra ainda que a política do governador Ibaneis Rocha (MDB) de privatizar as estatais é uma atitude “inadmissível”, já que o governo estaria vendendo “empresas pública do povo do Distrito Federal”.

A parlamentar recentemente integrou o grupo de deputados que apresentou o requerimento solicitando a implantação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre os casos de feminicídio no DF. A iniciativa obteve apoio de 21 dos deputados – o total é de 24 –, porém Sampaio lembra que “até o momento, a CPI não foi instalada, lamentavelmente”. Já passa de duas dezenas o número de crime desta natureza somente este ano no DF.

As crises sociais, como alto nível de desemprego e aumento da criminalidade, a situação econômica que se encontra estagnada e com redução do Produto Interno Bruto (PIB), somados à crise política do Governo do Distrito Federal (GDF), são fatores que contribuem, segundo Sampaio, para atual situação do governo Ibaneis diante dos problemas da população.

“O governador Ibaneis tem se revelado um homem muito autoritário e não tem compreensão daquilo que realmente acontece no seu governo”, afirma a deputada.

Ele lembra também que o governo estaria tem mantido um “quadro crítico” com relação a serviços públicos básicos, como saúde e políticas públicas voltadas principalmente aos cidadãos de baixa renda. Sampaio menciona o caso da militarização das escolas, para demonstrar como o governo tem praticado um “desmonte” dos direitos da população. No caso específico, a educação pública no Brasil, segundo a Constituição, deve ser pensada e executada por pedagogos e não por militares.

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Jeová Rodrigues

Jornalista

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