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Dançarina que precisa de cirurgia reclama de descaso em hospital do DF

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Paciente entrou no hospital para fazer cirurgia ortopédica, mas contraiu infecção urinária. Para família, isso se deve a falta de higiene

Celimar de Meneses

24/04/2022 21:58,atualizado 24/04/2022 21:59

A família da bailarina de flamenco Marina Alves Lupo, 42 anos, reclama contra o que dizem ser “descaso” do Hospital Regional de Taguatinga (HRT). A mulher está internada na unidade de saúde há uma semana, mas para os familiares, o quadro teve piora devido à falta de cuidados no próprio centro de saúde.

Na noite do último domingo (17/4), a mulher sofreu uma queda e foi levada ao HRT, onde foi informada que quebrou o fêmur na parte superior da coxa e precisa de cirurgia de emergência a fim de colocar uma prótese ortopédica. Até agora, no entanto, ela não conseguiu fazer o procedimento.

Para piorar, na quinta-feira (21), a paciente foi diagnosticada com outro problema de saúde: infecção nas vias urinárias. O que incomoda os familiares é que quando ela entrou no hospital não tinha qualquer infecção.

“Uma coisa que me chamou atenção é a falta de higiene básica no banheiro do hospital. Depois de uma pandemia, ter sabonete, álcool, chão limpo deveria ser uma coisa básica”, protestou o marido de Marina, o economista André Beck, 46.

“Ela vai entrar na sala de cirurgia pior do que quando entrou no hospital. Isso deixou a família pasma, com o tratamento dado ela vai entrar em condições piores. Essa é a nossa revolta”, resumiu André.

Questionada, a Secretaria de Saúde afirmou que espera a melhora do quadro infeccioso para realizar a cirurgia na paciente.

Leia a íntegra da resposta da Secretaria de Saúde:

“A direção do Hospital Regional de Taguatinga (HRT) informa que a paciente M.A.L está sendo assistida pela equipe multiprofissional da unidade, que visa tratar a infecção urinária que ela apresenta.

Todos os pacientes que precisam passam por procedimento cirúrgico devem apresentar quadro clínico estável antes da cirurgia, pois infecções e outros problemas podem interferir no andamento do procedimento e colocar em risco a vida do paciente.

A direção destaca que, após melhora clínica da paciente, com tratamento da sua infecção, ela será operada.”

Fonte: Metrópole

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Jeová Rodrigues

Jornalista

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