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O que explica o aumento da inflação em setembro no DF

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O aumento no custo de vida na capital federal é resultado do fim do crédito do Bônus de Itaipu nas faturas, combinado com a entrada em vigor da bandeira tarifária vermelha, que adiciona R$ 7,87 a cada 100Kwh consumidos

Após um alívio em agosto, a inflação em Brasília voltou a acelerar. O IPCA-15, a prévia da inflação oficial divulgada pelo IBGE, subiu 0,37% em setembro, revertendo a queda do mês anterior (-0,29%). A alta, impulsionada principalmente pelos custos de habitação, coloca a capital federal com uma inflação acumulada de 5,05% em 12 meses, impactando diretamente o poder de compra das famílias.

Luz, a vilã

O custo de vida na capital federal foi puxado para cima, em grande parte, pela conta de luz. A alta de 12,31% na energia elétrica residencial respondeu, proporcionalmente, por quase todo o aumento da inflação em Brasília: impacto geral de 0,36 ponto percentual. O aumento é resultado do fim do crédito do Bônus de Itaipu nas faturas, combinado com a entrada em vigor da bandeira tarifária vermelha, que adiciona R$ 7,87 a cada 100Kwh consumidos.

Limão e carnes na contramão

As prateleiras do mercado também influenciaram a inflação. Frutas como limão ( 30,9%), banana-d’água (11%) e banana-prata ( 10,6%) puxaram os preços para cima. Mas houve alívio com quedas expressivas em tomate (-15,2%), mamão (-10%) e azeite de oliva (-4,7%). Carnes, como o contrafilé, também tiveram uma alta expressiva.

O bolso agradece

Nem tudo subiu em setembro: o grupo Transportes caiu 0,81% em Brasília. O destaque foi a tarifa de ônibus urbano, quase 10% mais barata graças à gratuidade aos domingos e feriados. Também contribuíram a queda no seguro de carro, na gasolina e nas passagens aéreas.

Metodologia

Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados no período de 15 de agosto a 15 de setembro (referência) e comparados com os vigentes de 16 de julho a 14 de agosto (base). O indicador é voltado para famílias com rendimento de 1 a 40 mínimos.

Florestas rendem R$ 30,9 milhões no DF

A produção florestal no Distrito Federal somou R$ 30,9 milhões em 2024, segundo o IBGE. A maior fatia veio da silvicultura (florestas plantadas), responsável por R$ 28,1 milhões, enquanto o extrativismo vegetal respondeu por R$ 2,8 milhões. O setor mostra peso econômico relevante, ainda que bastante concentrado em poucos produtos.

2014. Crédito: Embrapa/Divulgação. Pesquisa sobre o genoma do eucalipto.
O eucalipto é a estrela da produção florestal brasiliense: 150 mil metros cúbicos de tora só em 2024(foto: Embrapa/Divulgação)

Quase todo o valor da silvicultura no DF vem da madeira em tora: R$ 28,1 milhões, ou 99,4% do total. Foram produzidos 252 mil metros cúbicos, com leve queda de 0,2% em relação a 2023. A maior parte da produção não vai para papel e celulose, mas para outros usos.
É um sinal de que o setor atende nichos específicos.

O eucalipto é a estrela da produção florestal brasiliense: 150 mil metros cúbicos de tora só em 2024. Já o pinus aparece mais no fornecimento de lenha, com 1,5 mil metros cúbicos. Juntos, os dois ocupam quase 97% das áreas cultivadas, mostrando forte concentração nas espécies plantadas.

Novidade chinesa

O Grupo Rão, uma rede de delivery, está aumentando o investimento no Distrito Federal. A novidade da vez é o China Rão, especializado em culinária chinesa, que inaugura a primeira unidade no quadradinho, lá no DF Plaza. A nova loja reforça a presença do grupo na região Centro-Oeste, considerada estratégica para os planos de crescimento da empresa nos próximos anos. Com a chegada do China Rão, Brasília passa a contar com duas operações do grupo: a primeira foi o Sushi Rão, na CSD 6, e deve receber em breve outras bandeiras, como a Pizza do Rão. A expansão segue o modelo de franquia com gestão local, todas as unidades contam com sócios operadores ativos, responsáveis pelo dia a dia do negócio.

Expansão do Ricco Burguer

Depois da inauguração de unidades no Noroeste e no Mané Mercado Águas Claras, e cada vez mais próximo do início das operações no aeroporto, a hamburgueria Ricco Burguer chega a São Paulo. A capital paulista é o ponto de partida do plano de expansão da marca, que tem como sócios a chef Renata Carvalho, Ricardo Sechis, Lucas Porto e o empresário do setor de entretenimento Rick Emediato. Inaugurada em 2017, a empresa soma 118 colaboradores.

São Paulo é o ponto de partida do plano de expansão nacional do Ricco Burguer
São Paulo é o ponto de partida do plano de expansão nacional do Ricco Burguer(foto: Divulgação)

“Estamos analisando outras regiões e recebemos propostas de abertura no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte. Dentro de cinco anos, planejamos estar nas principais capitais brasileiras e em pelo menos uma metrópole mundial, possivelmente Nova York ou Barcelona”, afirma Lucas Porto. “Aqui prezamos por um ambiente diverso e com transparência quase radical, que são pré-requisitos para uma cultura de inovação, mesmo vendendo hambúrguer. Hoje, oito dos nove gerentes são formados na casa. Dos nove, seis são mulheres”, complementa Ricardo Sechis.

Rumo a Goiânia

A brasiliense Spincycle, que trouxe para o país um modelo de estúdios de bike indoor de sucesso em grandes centros internacionais com uma metodologia exclusiva, abre amanhã a sexta unidade da rede. Dessa vez, em Goiânia. Fundada em 2019 na Asa Sul, a empresa conta com uma metodologia imersiva de treinamento e foco na experiência sensorial do aluno. Atualmente, são cinco unidades, duas em Brasília, uma em São Paulo, uma em Presidente Prudente e uma recém-inaugurada em Curitiba. Além de Goiânia, há previsão de expansão para mais cidades nos próximos meses: Jundiaí e São Paulo (no bairro Itaim Bibi). “Cada nova unidade da Spincycle representa uma realização muito grande e sempre vai ser especial. Estou muito ansiosa pela chegada do nosso estúdio em Goiânia e confiante no sucesso da quinta unidade da Spin”, celebra Larissa Pacheco, sócia-fundadora e CEO da marca.

Com informações do Correio Braziliense

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