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Casa da Mulher Brasileira, em Ceilândia, ofertará cursos de capacitação profissional

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A Casa de Mulher Brasileira, em Ceilândia, é um espaço voltado à proteção e a valorização da dignidade humana. A casa é um equipamento público com serviços de orientação e acolhimento de mulheres em situação de violência.

A iniciativa é resultado de uma parceria entre o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos (MMFDH), a Secretaria de Estado da Mulher do Governo do Distrito Federal o Tribunal de Justiça do DF (TJDF), o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e a Defensoria Pública do DF (DPDF).

A mulher que for ao local vai passar por um processo de triagem, terá apoio psicossocial e poderá recorrer, se necessário, à Defensoria Pública ou ao Ministério Público para exigir seus direitos ou buscar responsabilização do autor das práticas violentas.

Mas não é só isso. Conforme ressalta a supervisora da Casa da Mulher Brasileira, em Ceilândia, Andrezza Barbosa, a partir de agora, o espaço vai oferecer capacitação profissional para mulheres que queiram buscar por independência econômica e social. A lista dos cursos a serem ofertados ainda será divulgada.  

“Mulher vai ficar segura, entender como se embala um produto, como se precifica esse produto. Então, hoje, o Empreende Mais Mulher [programa desenvolvido na casa] está dentro dessa aquisição de autonomia da Casa para poder oferecer a essas mulheres segurança”, explica a supervisora.

Em razão da pandemia, os atendimentos na unidade têm ocorrido de forma remota. A mulher que procura pela o espaço, passa pelo atendimento, pela triagem que depois do encaminhamento às demandas apresentadas pelas mulheres.

“É uma casa que é para as mulheres do Distrito Federal, é uma casa para as mulheres que estão em situação de violência doméstica e familiar, e também para mulheres que buscam por treinamentos”, lembra Andrezza Barbosa.

O próximo passo da unidade, segundo a supervisora, será a implantação de um espaço para o alojamento de mulheres vítimas de violência onde elas pudessem ficar 48 horas sob proteção.  

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Jeová Rodrigues

Jornalista

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