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Ministro israelense pede ‘liberdade total de ação’ para o Exército em Gaza

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Fala ocorre antes de uma reunião entre o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

Um ministro de extrema direita de Israel pediu, nesta segunda-feira (29/9), que o Exército conserve “a liberdade total de ação” em Gaza em caso de cessar-fogo, antes de uma reunião entre o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Washington. 

Bezalel Smotrich, ministro das Finanças e líder do partido Sionismo Religioso, crucial para que Netanyahu mantenha a maioria no Parlamento, publicou na rede social X uma série de “linhas vermelhas” que afirma ter transmitido ao primeiro-ministro israelense.Play Video

Trump recebe nesta segunda-feira o primeiro-ministro israelense na Casa Branca, pouco depois de prometer um “acordo” sobre Gaza. 

A proposta americana de 21 pontos, que Trump já apresentou a Netanyahu e a vários líderes árabes e muçulmanos, prevê, segundo uma fonte diplomática, um cessar-fogo permanente no território palestino, a libertação dos reféns israelenses, a retirada israelense e uma futura administração da Faixa de Gaza sem o Hamas.

Smotrich reiterou nos últimos meses sua oposição a um acordo, mesmo indireto, com o movimento islamista palestino, cujo ataque sem precedentes, em 7 de outubro de 2023, contra Israel desencadeou a guerra em Gaza.

Smotrich declarou nesta segunda-feira que o Exército israelense deve manter uma “liberdade total de ação em toda a Faixa de Gaza”.

Também se opôs ao retorno da Autoridade Palestina ao território palestino, como recomendam vários nomes da comunidade internacional, assim como a um possível envolvimento do Catar, país mediador e aliado dos Estados Unidos, na futura administração do território palestino.

Em sua longa mensagem, Smotrich também expressou esperança de que Washington apoie o projeto de anexação de “Judeia e Samaria”, o nome bíblico usado por alguns políticos israelenses para citar a Cisjordânia, ocupada por Israel desde 1967.

Trump, no entanto, vetou categoricamente a possibilidade: “Não permitirei que Israel anexe a Cisjordânia (…) isso não acontecerá”, afirmou o presidente na quinta-feira.

*Com informações do Correio Braziliense

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