José Aparecido Freire, presidente da Fecomércio-DF, destaca os eventos do Sesc e comenta a movimentação do comércio à medida que a Seleção Brasileira avança na Copa do Mundo
A vitória do Brasil no primeiro jogo do mata-mata da Copa do Mundo impulsionará ainda mais o comércio no Distrito Federal. É o que acredita o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-DF), José Aparecido Freire, entrevistado do CB.Poder dessa terça-feira (30/6), programa em parceria do Correio com a TV Brasília. Aos jornalistas Carlos Alexandre de Souza e Sibele Negromonte, ele demonstrou otimismo com a movimentação em bares, restaurantes e nos setores de eletrodomésticos, vestuário e artigos de decoração à medida que a Seleção avança no Mundial. Freire destacou, também, o Festival de Inverno, marcado para 25 e 26 de julho, e o Festiclown, previsto para julho e agosto. Confira os principais trechos da conversa:
Como estão os ânimos para o próximo jogo do Brasil, no domingo (5/7)?
Estamos animados. No espaço promovido pelo Serviço Social do Comércio (Sesc), foram 400 pessoas no primeiro jogo, 600 no segundo, 800 no terceiro e, na última segunda-feira, foram mais de 1.000 pessoas para assistir a Brasil e Japão.
O avanço da Seleção se converte em vendas para o comércio?
O Instituto Fecomércio fez uma pesquisa. Nós temos 26 setores filiados e pesquisamos vários deles. Bares e restaurantes não precisamos nem falar, são locais que ficam lotados. A área de tecnologia e de venda de televisores começou a crescer antes. Muita gente procurando evitar o delay dos jogos e saber o momento do gol na hora que ele acontece. O setor de vestuário, com roupas e bandeiras, também tem crescido à medida que a Seleção vai avançando. A nossa perspectiva é de que a Copa do Mundo realmente traga uma média de crescimento de vendas para o comércio do Distrito Federal.
O senhor tem números parciais em relação a esse movimento?
Esperamos um crescimento nas vendas entre 10 e 20%. Quando o Brasil avança na Copa do Mundo, a perspectiva é de que esses números sejam atingidos. Se o Brasil trouxer o hexa, o comércio agradece, porque realmente movimenta a cidade. Pessoas felizes compram mais.
O senhor tem números parciais em relação a esse movimento?
Esperamos um crescimento nas vendas entre 10 e 20%. Quando o Brasil avança na Copa do Mundo, a perspectiva é de que esses números sejam atingidos. Se o Brasil trouxer o hexa, o comércio agradece, porque realmente movimenta a cidade. Pessoas felizes compram mais.
Fonte: Correio Braziliense



