TaguaCei — Um homem de 28 anos foi preso pela Polícia Militar na noite desta quinta-feira (1º), após arremessar uma mochila em uma parada de ônibus próxima ao Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília. Por segurança, a área foi isolada e a via S1 ficou bloqueada desde a região da Catedral.
O Esquadrão Antibombas foi acionado para avaliar a mochila e realizar os procedimentos de segurança. Apesar do isolamento da área externa, não houve interdição dentro do prédio do STF. A polícia orientou as pessoas que deixavam a sede da Corte a manter distância do local.
O trânsito na Esplanada dos Ministérios também foi bloqueado durante a ocorrência. Por volta das 20h30, os ministros já haviam deixado o edifício. O último a sair, após a sessão, foi o ministro Edson Fachin.
Homem tentou pular grade do STF
Em nota, o Supremo informou que o homem preso também tentou ultrapassar as grades que cercam a Corte. A movimentação foi identificada pelo sistema de monitoramento do tribunal, que acionou imediatamente a Polícia Militar e a Polícia Judicial.
Segundo o STF, o lançamento da mochila sobre o ponto de ônibus levou à abertura da Operação Petardo, com a adoção dos procedimentos previstos para verificar a possibilidade de existência de um artefato explosivo.
Equipes da Polícia Militar e da Polícia Judicial permaneceram no local durante a ocorrência para realizar os procedimentos de segurança.
Histórico de ocorrências
O episódio ocorre quase dois anos após as explosões registradas na Praça dos Três Poderes, em novembro de 2024.
Na ocasião, Francisco Wanderley Luiz, de 59 anos, morreu após arremessar um explosivo contra a Estátua da Justiça, em frente ao STF. Ao menos duas explosões foram registradas na área central de Brasília, e o local foi isolado pela Polícia Militar e pela segurança do Supremo.
Fonte: Correio Braziliense



