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Enio Verri destaca as principais tarefas do Legislativo para 2021

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O comportamento do governo no combate à COVID-19 oferece fatos escandalosos e contundentes que motivam uma CPI a fim de investigar o seu desempenho durante não apenas a crise no Amazonas, que ele soube com 10 dias de antecedência. Desde o início da pandemia, Bolsonaro chamou o vírus de gripezinha e se recusou a participar de um consórcio mundial, com a UE e ONU, que garantiria doses suficientes para imunizar os brasileiros.

O presidente e o ministro da Saúde mantiveram, no site do Ministério, acesso a um aplicativo que oferece cloroquina e ivermectina até para bebês. Enquanto 60 prematuros tiveram de ser transferidos às pressas para UTIs neonatais de outros estados, por falta de oxigênio na capital do Amazonas, a instituição Ministério da Saúde foi à capital oferecer medicamentos cujas ineficácia e periculosidade são cientificamente comprovadas.  

Outra pauta urgente é a revogação da Emenda Constitucional 95, aprovada, em 2016, pelos prosélitos do impossível Estado mínimo. Ela determina que, por 20 anos, os investimentos que os governos fizerem no desenvolvimento do Brasil não podem ser maiores que o índice da inflação do ano anterior.

A PEC95 foi uma imposição do brejeiro e provinciano mercado financeiro brasileiro que, agora, percebe o tiro que deu no pé. Ninguém menos que, Armínio Fraga, um ultraliberal do mercado financeiro, já admite que o teto de gastos impede o Brasil de sair do atoleiro econômico. Sua observação, no entanto, foi unicamente porque ele sabe que o investimento privado não vai aonde o Estado já não esteja instalado, com infraestrutura para os empresários se instalarem.

O Brasil é muito maior que o desastre Bolsonaro, mas deve demonstrar isso. Todos os dias, o presidente oferece mais condições para o impeachment. “Não é atribuição nossa levar oxigênio para lá”, disse ele sobre a crise da falta desse insumo vital. Essas foram as palavras do presidente do País que está sob uma descontrolada epidemia de COVID-19, cujos mortos diários são mais de mil e o total já passa de 260 mil. Burocraticamente, ele pode ter razão. Contudo, não são enterrados algarismos, carimbos e assinaturas, mas abraços, esteios familiares, amores, amizades, gente, enfim.

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Jeová Rodrigues

Jornalista

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