Às vésperas do lançamento do Mounjaro, algumas farmácias fazem propaganda do medicamento manipulado. Porém, esse tipo de venda é proibido
Às vésperas do início oficial das vendas do Mounjaro no Brasil, algumas farmácias de manipulação tentam entrar na onda do medicamento e vender uma versão manipulada e fracionada do chamado “Ozempic dos ricos”. Porém, a venda da tirzepatida manipulada não pode ser feita no Brasil.
Para fracionar e manipular a substância, seria necessário ter acesso ao princípio ativo — que é patenteado pela Eli Lilly. A farmacêutica não faz a venda para farmácias de manipulação ou qualquer outra empresa.
A Anvisa também não permite a venda de Mounjaro manipulado: a embalagem registrada na agência não é fracionada e o medicamento só pode ser vendido com receita, que fica retida após a comercialização.
“A Lilly investigou amostras desses produtos em todo o mundo e identificou que eles apresentavam problemas de segurança, esterilidade e eficácia. Alguns continham bactérias, altos níveis de impurezas, cores diferentes (rosa em vez de incolor) ou uma estrutura química completamente diferente dos medicamentos aprovados. Em pelo menos um caso, o produto não passava de álcool de açúcar”, explicou o diretor médico sênior da Eli Lilly, Luiz Magno, em reportagem anterior do Metrópoles.
Quer ficar por dentro do que acontece em Taguatinga, Ceilândia e região? Siga o perfil do TaguaCei no Instagram, no Facebook, no Youtube, no Twitter, e no Tik Tok.
Faça uma denúncia ou sugira uma reportagem sobre Ceilândia, Taguatinga, Sol Nascente/Pôr do Sol e região por meio dos nossos números de WhatsApp: (61) 9 9916-4008 / (61) 9 9825-6604.
- Vorcaro: da vida de ostentação à rotina de presidiário

- Caso Master: Polícia Federal investigará vazamentos

- Petróleo sobe 28% na semana

- Patrimônio, venda de imóveis, federalização: saiba quais riscos o BRB corre – e qual é o plano de socorro

- Irã nega “confronto” e fala em “ato de agressão não provocado”






Deixe um comentário