Senador afirma que o Supremo age de forma seletiva e cobra apuração de denúncias contra o ministro Alexandre de Moraes
“Não vamos ficar de joelhos para o STF. Que possamos, o mais rápido possível, fazer essa CPMI da ‘vaza toga’ e passar não só o Brasil a limpo, mas essa Justiça do Brasil a limpo”, disse o senador. – (crédito: EM Política)
O senador Cleitinho (Republicanos-MG) defendeu, na quarta-feira (3/9), em pronunciamento no plenário, a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI)
“vaza toga”, com o objetivo de investigar atos administrativos e de gestão no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entre os anos de 2018 e 2025.
O caso envolve revelações de Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes no TSE, que apontou supostas trocas de mensagens entre juízes auxiliares do gabinete de Moraes com ordens de perseguição a opositores políticos.
“Vamos criar coragem. Não vamos ficar de joelhos para o STF. Que possamos, o mais rápido possível, fazer essa CPMI da ‘vaza toga’ e passar não só o Brasil a limpo, mas essa Justiça do Brasil a limpo. Isso precisa ser feito urgentemente”, afirmou o parlamentar mineiro.
Durante o discurso, Cleitinho também voltou a criticar o Supremo Tribunal Federal no julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), réu no inquérito da tentativa de golpe de Estado. Segundo ele, a Corte tem atuado de forma seletiva, punindo com rigor manifestantes de 8 de Janeiro, enquanto políticos condenados por corrupção estariam em liberdade.
O senador destacou que Bolsonaro, aos 70 anos, não deveria ser tratado como um criminoso perigoso. “Eu fico imaginando se fosse o Lula na situação em que está o Bolsonaro, com a quantidade de policiais federais na porta da casa, falando que o cara vai pular o muro, um senhor de 70 anos de idade! Se coloquem no lugar dele como ser humano. Ele tem filha, tem esposa, há policiais lá dentro da casa dele”, declarou.
Na avaliação de Cleitinho, os atos de 8 de Janeiro não representaram uma tentativa real de golpe de Estado. Ele considerou injustas as condenações de mulheres que participaram das invasões, sentenciadas a penas de até 17 anos de prisão. “Todo mundo sabe que essas senhoras não trazem risco nenhum para a sociedade. Risco para a sociedade são políticos que cometeram crimes por corrupção voltarem para a cena do crime. Esses, sim, trazem risco”, afirmou.
Com informações do Correio Braziliense
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