OG Fernandes pediu mais tempo para analisar o caso durante a sessão desta terça-feira (5/8). Prazo é de 60 dias, podendo ser adiado por mais 30
O julgamento do recurso especial da arquiteta Adriana Villela, condenada a 61 anos e três meses de prisão pela morte dos pais, José Guilherme Villela e Maria Carvalho Mendes Villela, e da empregada da família, Francisca Nascimento da Silva, foi adiado novamente.
Nesta terça-feira (5/8), durante a sessão da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o ministro Sebastião Reis Júnior votou a favor do recurso da defesa em partes, concordando que houve cerceamento da defesa.Play Video
O ministro OG Fernandes pediu mais tempo para analisar o caso. Esse é o último pedido de vista disponível. O prazo é de 60 dias, podendo ser adiado por mais 30 dias.
Após a suspensão do julgamento, a filha de Adriana Vilela, Carolina Vilela, falou sobre o andamento do processo: “Estou muito emocionada.”
O julgamento do recurso começou em 11 de março, com o voto do relator, ministro Rogerio Schietti Cruz, que se posicionou contra a anulação do julgamento popular e a favor da execução imediata da pena. Com o voto de Sebastião Reis Júnior nesta terça-feira (5/8), o placar do julgamento está empatado.
Com informações do Correio Braziliense
Quer ficar por dentro do que acontece em Taguatinga, Ceilândia e região? Siga o perfil do TaguaCei no Instagram, no Facebook, no Youtube, no Twitter, e no Tik Tok.
Faça uma denúncia ou sugira uma reportagem sobre Ceilândia, Taguatinga, Sol Nascente/Pôr do Sol e região por meio dos nossos números de WhatsApp: (61) 9 9916-4008 / (61) 9 9825-6604.
- Agnelo Queiroz critica gestão de Ibaneis Rocha e Celina Leão e denuncia abandono de Brasília
- Lula aceita condições de Flávio Bolsonaro para quebra de sigilos e cobra reciprocidade
- 🚍 Lula envia ao Congresso proposta de tarifa zero no transporte público aos fins de semana e feriados
- Jeová Rodrigues Neves pede voto em Lula e defende democracia, direitos dos trabalhadores e investimentos em saúde e educação
- Bets, jatinhos e suspeitas: negócios de Willer Tomaz entram no radar da PF por relações com Flávio Bolsonaro



