Parlamentares afirmam que vão obstruir votações até que Alcolumbre “devolva a democracia” ao país
Cinco senadores da oposição ocuparam, no início da tarde desta terça-feira (5/8), a mesa principal do plenário do Senado Federal, em ato que visa obstruir as votações previstas na Casa. A manifestação ocorre um dia após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Participam da ocupação os senadores Eduardo Girão (Novo-CE), Damares Alves (Republicanos-DF), Jorge Seif (PL-SC), Magno Malta (PL-ES), Izalci Lucas (PL-DF) e Jaime Bagattoli (PL-RO). O grupo critica a condução do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (PSD-AP), e cobra que ele tome “medidas emergenciais” que, segundo eles, devolvam a normalidade democrática ao país.
“A 1ª sessão deliberativa do Senado após o vergonhoso ‘recesso branco’ está marcada para hoje, às 14h. Mas senadores de vários partidos brasileiros já estão sentados na mesa da Presidência do Plenário Rui Barbosa”, escreveu Girão, em publicação nas redes sociais. Ele alega que Alcolumbre tem ignorado pedidos da oposição e que o Brasil vive um “flagrante estado de exceção”.
Os parlamentares prometem manter a ocupação até que suas demandas sejam atendidas. Eles também anunciaram uma coletiva de imprensa para detalhar as medidas exigidas. Até o momento, a Presidência do Senado não se manifestou oficialmente sobre o protesto.
*Estagiária sob a supervisão de Andreia Castro
Com informações do Correio Braziliense
Quer ficar por dentro do que acontece em Taguatinga, Ceilândia e região? Siga o perfil do TaguaCei no Instagram, no Facebook, no Youtube, no Twitter, e no Tik Tok.
Faça uma denúncia ou sugira uma reportagem sobre Ceilândia, Taguatinga, Sol Nascente/Pôr do Sol e região por meio dos nossos números de WhatsApp: (61) 9 9916-4008 / (61) 9 9825-6604.
- Vorcaro: da vida de ostentação à rotina de presidiário
- Caso Master: Polícia Federal investigará vazamentos
- Petróleo sobe 28% na semana
- Patrimônio, venda de imóveis, federalização: saiba quais riscos o BRB corre – e qual é o plano de socorro
- Irã nega “confronto” e fala em “ato de agressão não provocado”
Deixe um comentário