O ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, disse nesta quarta-feira (4/9), em evento pró-diversidade nas empresas estatais, que não vai abrir mão de ser ministro do governo Lula(PT). Ele destacou ser o único homem preto no ministério do presidente. “É importante que se diga isso”, frisou.
“Eu sou homem preto e eu não vou abrir mão de ser ministro. Ou seja, eu vou administrar o ministério e ser gestor igual a qualquer homem branco”, afirmou o ministro no lançamento do Pacto pela Diversidade, Equidade e Inclusão nas Empresas Estatais.
Ao fazer sua autodescrição, ele disse usar um anel dourado com dois machados cruzados. “Entendedores entenderão”, disse.
Silvio Almeida defendeu o papel de indução de políticas de diversidade dessas empresas. E também destacou a reavaliação do papel das estatais brasileiras.
“As empresas estatais têm um compromisso com o seu país, compromisso com o povo brasileiro. Não é nada estranho falar também do papel político. Elas têm mesmo um papel político”, afirmou.
O titular da pasta de Direitos Humanos ainda disse que “não existe desenvolvimento com racismo, misoginia, matando jovens pretos”.
Além de Almeida, estavam presentes no evento as ministras Anielle Franco (Igualdade Racial), Sonia Guajajara (Povos Indígenas) e Esther Dweck (Gestão e Inovação em Serviços Públicos), além da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, e de outros dirigentes de estatais.
Dweck disse que o pacto vai permitir inclusão nas empresas estatais e traz um compromisso de ir além das leis e das cotas já estabelecidas. Ela ainda ressaltou que os concursos públicos, utilizados para seleção de pessoas para as estatais, são “o mecanismo mais democrático, por serem mais neutros a vieses e a discriminação, se comparados a formas de seleção com componentes subjetivos, como ocorre no setor privado”. Ela destacou a experiência adquirida com o Concurso Nacional Unificado (CNU), cuja primeira edição foi aplicada em agosto.
Pacto pela Diversidade nas Estatais
O documento propõe mecanismos de cooperação para o aprimoramento de políticas públicas relacionadas ao tema e de estratégias que promovam a diversidade nas estatais.
O pacto foi firmado com mais de 30 empresas estatais no prédio em Brasília da Petrobras. A coordenação do pacto foi feita pela Secretaria de Governança das Estatais do Ministério da Gestão.
Com a assinatura do pacto por outras estatais espera-se o compartilhamento de boas práticas e maior agilidade na implementação de medidas para promover maior diversidade, equidade e inclusão nas empresas.
Com informações do portal Metrópoles
Quer ficar por dentro do que acontece em Taguatinga, Ceilândia e região? Siga o perfil do TaguaCei no Instagram, no Facebook, no Youtube, no Twitter, e no Tik Tok.
Faça uma denúncia ou sugira uma reportagem sobre Ceilândia, Taguatinga, Sol Nascente/Pôr do Sol e região por meio dos nossos números de WhatsApp: (61) 9 9916-4008 / (61) 9 9825-6604.
-
Isenção do IR tem aprovação histórica na Câmara
Em votação unânime, deputados avalizam benefício para quem ganha até R$ 5 mil e taxa super-ricos. Texto segue agora para o Senado Depois de quase sete meses de tramitação, a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil foi aprovada pelo plenário da Câmara, nesta quarta-feira à noite, por unanimidade: 493…
-
Motta aciona Itamaraty após Israel deter deputada em flotilha para Gaza
Luizianne Lins (PT-CE) estava com outros brasileiros em barco interceptado pela Marinha de Israel ao tentar levar ajuda humanitária para a Faixa de Gaza O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), declarou nesta quarta-feira (1º/10) que acionou o Ministério das Relações Exteriores assim que soube da detenção da deputada federal Luizianne Lins (PT-CE) pela Marinha de…
-
Governo descarta novo Concurso Unificado em 2026a
Em entrevista ao programa Bom dia, Ministra, Esther Dweck afirmou que, para o próximo ano, está prevista a convocação de excedentes de outros concursos em andamento Às vésperas da realização das provas da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), no próximo domingo, a ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck,…
-
Quem pode ser responsabilizado nos casos de intoxicação por metanol
Especialistas apontam que toda a cadeia de fornecimento de bebidas pode ser responsabilizada por intoxicações por metanol, com sanções cíveis e criminais que vão de indenizações a penas de prisão Casos de intoxicação por metanol após o consumo de bebidas alcoólicas no estado de São Paulo têm gerado preocupação em todo o país. A substância…
-
Policiais penais do DF são alvo de operação que apura fraude em concurso
Cinco pessoas foram presas na manhã desta quinta-feira (2/10) em operação da Polícia Civil do DF A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (2/10), a terceira fase da operação Reação em Cadeia, que investiga fraudes no concurso da Polícia Penal do DF. A ofensiva foi conduzida pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco/Decor)…
-
Pré-candidata ao Senado, Erika Kokay critica silêncio sobre ataques misóginos e cobra posicionamento de lideranças
Jornal Taguacei – A deputada federal e pré-candidata ao Senado Federal pelo Distrito Federal, Erika Kokay (PT), criticou, nesta sexta-feira, o que classificou como omissão de lideranças políticas diante de episódios de misoginia e ataques contra mulheres. Em pronunciamento, a parlamentar afirmou que o silêncio diante dessas situações representa uma forma de consentimento. Segundo Erika…
-
Tarifaço dos EUA contra o Brasil vai além da economia e amplia disputa política internacional
Especialistas apontam que medidas anunciadas por Donald Trump refletem uma estratégia geopolítica que pode influenciar o cenário político brasileiro às vésperas das eleições de 2026 O aumento das tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros deixou de ser interpretado apenas como uma decisão comercial. Para economistas e especialistas em relações internacionais, o chamado “tarifaço”…
-
Brasil por elas? Flávio Bolsonaro reduz Lei Maria da Penha a “pedaço de papel” e amplia desgaste com eleitorado feminino
Após lançar um programa para atrair mulheres para o bolsonarismo, senador minimiza principal lei de combate à violência doméstica, é rebatido por Jandira Feghali e reacende debate sobre misoginia na política brasileira A poucos dias do início das convenções partidárias que darão forma à disputa presidencial de 2026, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou ao…











