Cinebiografia do Rei do Pop estreia nos cinemas em 27 de abril e promete contar até as fases mais perturbadas da carreira do cantor
Quando a cinebiografia de Michael Jackson foi finalmente anunciada, a produção prometeu um filme que abordasse toda a trajetória do cantor, incluindo alguns dos momentos mais traumáticos da vida do Rei do Pop.
Uma das maiores polêmicas da carreira de Michael, os supostos abusos sexuais contra menores de idade, no entanto, teria sido completamente vetada da cinebiografia. A produção, dirigida por Antoine Fuqua, chega aos cinemas em 24 de abril.
Segundo a revista Variety, a primeira versão do filme pretendia trazer a versão de Michael sobre o caso e como ele afetou a imagem pública e o psicológico do artista.
Uma cena emblemática no final da trama traria, inclusive, Michael se encarando diante do espelho, enquanto lida com a rejeição e ataques da mídia. A edição final, porém, descartou completamente a menção à polêmica.

A decisão não foi uma censura. Na verdade, ela respeita uma cláusula do polêmico acordo de US$ 20 milhões (pouco mais de R$ 103 milhões na cotação atual) assinado com uma das supostas vítimas, Jordan Chandler.
Na década de 1990, ele afirmou ter sido abusado pelo cantor aos 13 anos. Um tempo depois, como mostraria o filme, surge a suspeita de que as denúncias, na verdade, teriam sido uma manipulação da família Chandler para extorquir Michael Jackson.
Fontes próximas à produção do longa contaram à Variety que um dos advogados do espólio de Michael, que também é produtor da cinebiografia, percebeu que uma cláusula no documento proíbe a equipe do cantor de incluir os Chandlers em qualquer produção sobre a história dele.
O “detalhe”, que teria passado despercebido na aprovação do roteiro, custou à produtora Lionsgate mais de US$ 10 milhões (pouco mais de R$ 50 milhões) para que o final fosse ser regravado. Além disso, atrasou em quase um ano o lançamento do longa.
Com informações do Metrópoles
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