A Secretaria de Desenvolvimento Social do DF instalou abrigos de pernoite no Plano Piloto e em Ceilândia para a população em situação de rua. O Correio conversou com alguns usuários saber como é a experiência e conhecer suas histórias
O período mais frio do ano traz desafios ainda maiores para a rotina de pessoas em situação de rua. Os abrigos provisórios instalados pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) são uma alternativa para essa parcela da população que não tem onde morar e precisa enfrentar as baixas temperaturas por dormirem ao relento. Na ultima semana, o Distrito Federal registrou a madrugada mais gelada de 2024, com 7ºC.
“O ginásio tem banheiro e algumas mesas para fazer refeições. Não consegui pegar o cobertor, mas tenho o meu para aguentar a noite”, conta Lhano Jamil Barros de Castro, 36 anos. Ele é uma das centenas de pessoas que encontram em um dos abrigos provisórios a chance de ter uma noite de sono mais confortável. Quando conversou com a reportagem, Lhano estava à caminho do Centro Integrado de Educação Física (Cief), na Asa Sul, onde fica o espaço. Era a segunda noite dele no local.
Com informações do Correio Braziliense
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