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Petrobras anuncia investimento de R$ 9,6 bilhões no antigo Comperj

Complexo petroquímico será destinado a produção de diesel, querosene de aviação e lubrificantes sustentáveis

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Com contratos que totalizam R$ 9,6 bilhões, a Petrobras anunciou na última sexta-feira (3), a reativação do antigo Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), agora nomeado de Complexo de Energias Boaventura, em Itaboraí, região metropolitana do Rio de Janeiro. As obras foram interrompidas em 2014, por decisão da empresa, após o início das investigações da Operação Lava Jato. O Complexo chegou a empregar 30 mil trabalhadores.

Agora, os novos acordos preveem a construção de duas unidades inéditas entre refinarias da Petrobras, uma para a produção de lubrificantes e outra para diesel e devem gerar cerca de 15 mil empregos diretos no pico da obra. A previsão é de expansão da capacidade de refino de petróleo no estado com o incremento de 76 mil barris/dia de diesel S-10, 20 mil barris/dia de querosene de aviação (QAV) e 12 mil barris/dia de lubrificantes com baixo teor de enxofre.

“O projeto propiciará a integração entre a Refinaria Duque de Caxias (Reduc) e o Complexo de Energias Boaventura, em Itaboraí (RJ), ampliando a produção de derivados de maior valor agregado e baixo teor de enxofre, como diesel S-10 e lubrificantes de Grupo II – aumentando a oferta de produtos mais sustentáveis, alinhada à estratégia de transição energética da companhia”, declarou a empresa em comunicado para a imprensa.

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Operações submarinas

No mesmo comunicado, a Petrobras anunciou a contratação por afretamento de quatro embarcações do tipo RSV (ROV Support Vessel), destinadas a inspeção, manutenção e instalação de sistemas submarinos com uso de veículos operados remotamente (ROVs) em contratos que somam R$ 10,2 bilhões. 

As embarcações ainda serão construídas pela Bram Offshore, empresa vencedora da licitação, que prometeu utilizar 80% de conteúdo local. As unidades serão construídas no estaleiro Navship, em Navegantes (SC), com previsão de entrega entre 2029 e 2030.

Editado por: Juliana Passos

*Com informações do Brasil de Fato

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Angelo Marcio

Assistente Social, Consultor PCD de Acessibilidade e Produtor Cultural.

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