TaguaCei — Estudantes da Universidade de Brasília (UnB) realizaram, na noite de quinta-feira (8), uma assembleia em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O ato ocorreu na Faculdade de Direito da instituição e reuniu parlamentares recém-eleitos e representantes de partidos de esquerda. A mobilização integra as articulações políticas para o segundo turno das eleições de 2026, marcado para 25 de outubro.
Participaram do encontro os deputados distritais eleitos Múcio Botelho (PSB), Keka Bagno (PSOL) e Gabriel Magno (PT), além do deputado federal Fábio Felix (PSOL) e da suplente à Câmara dos Deputados Ruth Venceremos (PT).
Durante os discursos, os participantes defenderam a vitória de Lula na votação de segundo turno. Gabriel Magno afirmou acreditar na possibilidade de reverter o resultado eleitoral, apesar de reconhecer que não há precedentes na história política brasileira de um candidato à Presidência que tenha perdido no primeiro turno e vencido no segundo.
“Nunca alguém virou eleição, mas nós faremos. Em 2010, esse país nunca tinha eleito uma mulher presidente da República, mas nós elegemos”, declarou o deputado distrital eleito.
Estudantes criticam Flávio Bolsonaro
Durante a mobilização, estudantes também exibiram cartazes contrários ao senador Flávio Bolsonaro (PL), adversário de Lula na disputa presidencial.
O ato na UnB faz parte de uma série de mobilizações estudantis realizadas em diferentes regiões do país. Entre as instituições que registraram manifestações estão a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), além de cidades como Curitiba (PR), Goiânia (GO) e Uberlândia (MG).
Associação de docentes também declarou apoio a Lula
Na quarta-feira (7), a Associação dos Docentes da Universidade de Brasília (ADUnB) anunciou apoio à reeleição de Lula e à candidatura de Leandro Grass (PT) ao Governo do Distrito Federal (GDF).
Em manifestação pública, a entidade convocou a comunidade universitária e a população do DF a participar de ações políticas para derrotar democraticamente a extrema direita no segundo turno, previsto para 25 de outubro.
O documento também destacou preocupações com o crescimento da extrema direita e do fascismo e defendeu a circulação de informações confiáveis durante a campanha eleitoral.
Fonte: Metrópoles



