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Lewandowski defende ações contra o crime organizado na CPI do Senado; acompanhe

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Ministro da Justiça detalha esforços do governo no combate às facções e reforça prioridade para projetos sobre segurança pública em tramitação no Congresso

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, participa nesta terça-feira (9/12) de audiência na CPI do Crime Organizado, no Senado. Ele deve apresentar aos parlamentares o balanço das ações da pasta e as propostas do governo federal para intensificar o enfrentamento à criminalidade em todo o país.

A oitiva ocorre na mesma semana em que o Senado pretende avançar na votação do chamado PL Antifacção, que trata do endurecimento de penas e medidas contra organizações criminosas. O texto está na pauta da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para esta quarta-feira (10) e pode seguir ao plenário ainda no mesmo dia.

Desde que assumiu o cargo, em fevereiro de 2024, Lewandowski articulou duas iniciativas apontadas como estratégicas pelo Executivo: a PEC da Segurança Pública, em análise na Câmara dos Deputados, e o próprio PL Antifacção no Senado. O governo espera que ambas avancem antes do recesso parlamentar.

O convite ao ministro foi apresentado pelo relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), que também conduz a análise do PL na CCJ. O parlamentar afirma que a experiência de Lewandowski é essencial para que o colegiado obtenha um diagnóstico preciso sobre a atuação das facções e sobre a efetividade das políticas públicas de segurança em vigor.

Instalada em novembro, a comissão já ouviu o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues; o diretor de Inteligência Penal da Senappen, Antônio Glautter; e o promotor de Justiça de São Paulo, Lincoln Gakiya. Os depoimentos têm contribuído para traçar um panorama nacional do avanço do crime organizado.

A CPI ainda pretende ouvir o ministro da Defesa, José Múcio; o diretor-geral da Abin, Luiz Fernando Corrêa; além de governadores e secretários estaduais de segurança. A expectativa dos parlamentares é de que os trabalhos resultem em recomendações para ações coordenadas entre União, estados e instituições do sistema de Justiça.

Acompanhe:

Com informações do Correio Braziliense

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