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Meta para a redução de cirurgia eletiva no SUS fica em 72%

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É o que mostra balanço do Programa Nacional de Redução das Filas de Cirurgias Eletivas, Exames Complementares e Consultas Especializadas (PNRF), criado pelo governo federal para otimizar os procedimentos do SUS

A fila de espera do Sistema Único de Saúde (SUS) para realização de exames, consultas e cirurgias eletivas foi reduzida em 72% da meta estipulada pelo Ministério da Saúde, em 2023. É o que mostra balanço do Programa Nacional de Redução das Filas de Cirurgias Eletivas, Exames Complementares e Consultas Especializadas (PNRF), criado pelo governo federal em fevereiro do ano passado para otimizar os procedimentos do SUS.

Segundo o ministério, mais de 350 mil operações foram realizadas entre março e outubro — a expectativa era de que chegasse a quase 500 mil procedimentos. O Nordeste foi a região com mais cirurgias realizadas (38%), seguido do Sudeste (31%), Sul (15%), Norte (9%) e Centro-Oeste (7%).

O plano é uma resposta ao acúmulo de procedimentos que foram suspensos pela pandemia de covid-19 e demoraram a ser retomados — como, por exemplo, cirurgias de catarata e de retirada de vesícula biliar, útero, hérnias e hemorróidas. Além disso, alguns procedimentos de alta complexidade começaram a ser considerados eletivos em 2023, como cirurgias cardíacas, oncológicas e ortopédicas.

Em junho do ano passado, as pessoas aguardando cirurgias eletivas chegou à marca de 1 milhão. Neste ano, o orçamento do PNRF dobrou e passou de R$ 600 milhões para com R$ 1,2 bilhão.

O repasse da verba aos estados e ao Distrito Federal é distribuído considerando o tamanho de cada população, conforme o levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ainda que o PNRF não supra todas as necessidades, se comparado o período março-outubro de 2022 com o de 2023, há um crescimento no número de cirurgias eletivas realizadas.

Em todo o país, houve um aumento de 16% desses procedimentos no período. Todas as regiões apresentaram crescimento, sendo que o Centro-Oeste registrou o maior aumento (21%), seguido do Nordeste (18%), Sudeste (16%), Sul (13%) e Norte (12%).

Com informações do Correio Braziliense

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Jeová Rodrigues

Jornalista

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