Valor médio da taxa cobrada passou de R$ 7,35 para R$ 7,40, o que representa um aumento de 0,68% em relação ao mês anterior, de acordo com índice da Edenred
Ao mesmo tempo, o preço médio do diesel comum não registrou grandes oscilações. Na comparação com junho, o valor do combustível apresentou um leve crescimento de 0,16%, passando para R$ 6,17 nesse período – (crédito: Guillermo Arias/AFP)
O preço médio do frete rodoviário por quilômetro rodado no Brasil subiu de R$ 7,35, em junho, para R$ 7,40, em julho. Os dados foram publicados nesta terça-feira (12/8) pelo Índice de Frete Rodoviário da Edenred (IFR), com base em números da plataforma Repom. Diante disso, o aumento foi de 0,68% nesse período.
Ao mesmo tempo, o preço médio do diesel comum não registrou grandes oscilações. Na comparação com junho, o valor do combustível apresentou um leve crescimento de 0,16%, passando para R$ 6,17 nesse período. Os dados são do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), que também aponta que o diesel S-10 manteve a trajetória de queda, com um tímido recuo de 0,16%, sendo comercializado a R$ 6,17, na média dos postos.
Na avaliação do diretor da Edenred Frete, Vinicios Fernandes, o agronegócio foi determinante para o aumento do custo médio nacional do frete. Com o início do escoamento da safra de milho na segunda quinzena do mês, a demanda pelo transporte neste segmento pressionou os preços médios, ainda que de forma mais discreta.
“O aumento observado em julho reflete, sobretudo, o impacto da movimentação agrícola, que ganhou força nos últimos dias do mês. A segunda safra de milho, começou a ser escoada, gerou maior demanda por transporte, pressionando os preços, mesmo com o combustível ainda em patamares estáveis”, avalia o diretor.
Para o diretor da Edenred, o cenário para o mês de agosto ainda permanece indefinido, com a manutenção da taxa básica de juros no mesmo patamar e o dólar apresentando certa estabilidade, com sinais de que pode recuar ainda mais. Hoje, a moeda encerrou o dia no menor valor em mais de um ano, a R$ 5,38.
“As movimentações no campo devem continuar influenciando a demanda, mas seguimos atentos a possíveis variações no câmbio, no preço do diesel e nas decisões econômicas que vêm do cenário internacional. São variáveis que podem alterar a trajetória do frete nas próximas semanas”, conclui Fernandes.
Com informações do Correio Braziliense
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