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ONU pede interrupção ‘urgente’ da invasão russa na Ucrânia

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Pediu a Moscou e Kiev que realizem uma troca completa de prisioneiros de guerra.

A ONU pediu, nesta terça-feira (15/7), a suspensão “urgente” da invasão russa em larga escala na Ucrânia, já que junho foi o mês mais mortal para os civis ucranianos desde maio de 2022. 

O apelo do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos ocorre no momento em que o presidente americano, Donald Trump, deu à Rússia um ultimato de 50 dias para encerrar a guerra na Ucrânia, sob ameaça de sanções severas, e anunciou um rearmamento massivo de Kiev por meio da Otan. 

“O ataque armado em larga escala da Federação Russa contra a Ucrânia deve cessar urgentemente, e os esforços para alcançar uma paz duradoura, em conformidade com o direito internacional, devem ser intensificados. Uma paz que garanta que os responsáveis por violações dos direitos humanos e do direito internacional humanitário sejam responsabilizados”, disse Liz Throssell, porta-voz do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, durante uma coletiva de imprensa em Genebra. 

Em Bruxelas, a chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, considerou que o prazo de 50 dias dado pelo presidente dos EUA à Rússia representa um “período muito longo em que civis inocentes morrem todos os dias”. 

A porta-voz também enfatizou que “o impacto físico e psicológico devastador” desses ataques não pode ser reduzido a meros números, já que “a população precisa passar horas abrigada, especialmente em porões, corredores e abrigos disponíveis, como estações de metrô”.

Segundo o alto comissário para os Direitos Humanos, Volker Türk, quaisquer negociações devem se concentrar em “medidas imediatas”, como a interrupção de ataques contra civis, a proteção dos direitos das pessoas em territórios ocupados, a devolução de crianças transferidas ou deportadas à força, o estabelecimento de corredores humanitários e o fim da tortura e dos maus-tratos a prisioneiros de guerra e outros detidos. 

Ele também pediu a Moscou e Kiev que realizem uma troca completa de prisioneiros de guerra.

Com informações do Correio Braziliense

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