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Retomada da economia no DF só deve ocorrer no segundo semestre de 2021, diz setor produtivo

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Apesar da expectativa de um primeiro semestre mais tranquilo em comparação com o cenário de 2020 — quando comércio e diversas atividades estavam impedidas de funcionar — a retomada da economia local só deve se confirmar com resultados mais expressivos a partir da segunda metade deste ano. A avaliação é do setor produtivo, otimista com o avanço da vacinação e com a segurança de estarem com as portas abertas, e de economistas que fazem uma análise mais conservadora da situação.

O Governo do Distrito Federal (GDF) também trabalha com a avaliação de que o segundo semestre deve consolidar a retomada da economia brasiliense. O governador Ibaneis Rocha (MDB) confirmou ao Correio que acredita nessa estimativa. A prorrogação do Programa de Incentivo à Regularização Fiscal do Distrito Federal (Refis-DF 2020), que está em avaliação na Câmara Legislativa, e o investimento nas áreas de desenvolvimento são algumas das medidas a que o Executivo local dará prioridade para aquecer a economia.

O impacto da crise econômica em 2020 se expressa em números. Dados da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) mostram que houve queda em dois setores fundamentais para a capital do país: comércio e serviços. A retração do volume de serviços foi de 10,5% em todo o ano passado, segundo o órgão. No comércio, a queda ficou em 5,2%. Nas duas áreas, porém, dezembro apresentou tendência de retomada de cerca de 4%.

“Temos uma perspectiva positiva em se tratando do Distrito Federal para o segundo semestre. Quando olhamos para o nacional, percebemos que o DF tem mais musculatura para sair do outro lado no pós-pandemia, e isso se fortalece, ainda, por estratégias governamentais para sairmos da situação”, acredita o secretário de Desenvolvimento Econômico, José Eduardo Pereira. A chegada de grandes companhias — como a Amazon, que instalará um centro de distribuição na capital do país — é um sinal disso, na visão do chefe da pasta.

José Eduardo ressalta que há um esforço conjunto no GDF para que a retomada se concretize no segundo semestre. Além de atrair empresas de fora, a ideia é fortalecer a relação com os empresários locais, garantindo que possam crescer e gerar mais empregos sem sair da capital federal. “Temos uma espécie de combo de ações estratégicas para dar condições para uma boa retomada. Estamos fazendo obras nas áreas de desenvolvimento, no Polo JK, conversando com novas empresas e dando atenção para que o investidor sinta segurança aqui. O BRB (Banco de Brasília) também foi muito importante nesse momento, como um banco de fomento”, acrescentou o secretário.

Para trazer novos negócios ao DF, uma das apostas é o Comitê de Atração de Investimentos, encabeçado pelo secretário de Economia, André Clemente, mas composto por várias áreas da estrutura do Executivo local. “Muitas empresas iam embora por falta de cuidado. O governador foi muito incisivo para valorizar Brasília como um grande distribuidor logístico. Para consolidar essa vocação e esse potencial quase inexplorado, criou-se o comitê. É uma espécie de balcão único para que todas instituições possam sentar com empresários e negociar”, explica José Eduardo Pereira.

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Jeová Rodrigues

Jornalista

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