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PF mira senador Weverton Rocha em operação contra fraudes no INSS

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Vice-líder do governo no Senado, parlamentar ocupa posição de destaque na Casa. Investigação apura esquema bilionário de descontos associativos ilegais em benefícios previdenciários; mandados foram cumpridos em seis estados e no DF

O senador Weverton Rocha (PDT-MA) está entre os alvos da nova fase da operação Sem Desconto, deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta quinta-feira (18/12), que apura um esquema de fraudes em descontos associativos indevidos aplicados a aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Vice-líder do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Senado, o parlamentar ocupa posição de destaque na Casa e atua como relator de pautas sensíveis, como a indicação do ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, ao STF, e a revisão da Lei do Impeachment.
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Segundo a Polícia Federal, a operação busca esclarecer a prática de crimes como inserção de dados falsos em sistemas oficiais, constituição de organização criminosa, estelionato previdenciário, além de atos de ocultação e dilapidação de patrimônio relacionados ao esquema investigado.

Em nota, o senador afirmou ter sido surpreendido com a operação e confirmou o cumprimento de mandados de busca e apreensão em sua residência, em Brasília. Ele declarou que se coloca “com serenidade à disposição para esclarecer quaisquer dúvidas”, assim que tiver acesso integral à decisão judicial.

Nesta etapa da ofensiva, a PF cumpre 52 mandados de busca e apreensão, 16 mandados de prisão preventiva e outras medidas cautelares autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As ações ocorrem nos estados de São Paulo, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Minas Gerais e Maranhão, além do Distrito Federal.

Deflagrada inicialmente em abril deste ano pela PF em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU), a operação Sem Desconto revelou um esquema de cobranças não autorizadas em benefícios do INSS. À época, as investigações estimavam prejuízos de até R$ 6 bilhões. Com a ação desta quinta-feira, já são nove fases da operação, que resultaram na prisão de ao menos 18 pessoas, entre políticos e empresários.

Originalmente publicado em Correio Braziliense

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