Argentina estabelece marca negativa em final de Copa do Mundo diante da Espanha

Conforme reportagem publicada pelo Jornal de Brasília, com informações da Folhapress, a Argentina entrou para a história de forma indesejada ao se tornar a primeira seleção a terminar os 90 minutos de uma final de Copa do Mundo sem realizar uma única finalização. O recorde negativo foi registrado na decisão contra a Espanha, disputada neste domingo (19).

De acordo com dados da plataforma Sofascore, a pior marca anterior também pertencia aos argentinos. Na final da Copa de 1990, vencida pela Alemanha por 1 a 0, a seleção sul-americana havia conseguido apenas uma finalização durante o tempo regulamentar.

Na decisão de 2026, a Argentina adotou uma postura bastante defensiva para tentar conter a troca de passes da equipe espanhola. Durante boa parte do confronto, o time permaneceu recuado, apostando nos contra-ataques, mas sem conseguir criar oportunidades de gol.

O primeiro chute argentino aconteceu somente aos 116 minutos da prorrogação, em uma tentativa de Lionel Messi bloqueada pela defesa. A segunda e última finalização saiu aos 121 minutos, com Giuliano Simeone, mas também não levou perigo ao gol espanhol. Ao final da partida, a Argentina somou apenas duas finalizações, contra 20 da Espanha.

Ainda segundo a publicação, foi o único jogo de toda a Copa do Mundo em que uma equipe não conseguiu finalizar durante os 90 minutos. A estatística reforça o domínio espanhol, que terminou a decisão com 65% de posse de bola, 852 passes trocados, contra 463 da seleção argentina.

O goleiro Emiliano “Dibu” Martínez foi um dos jogadores argentinos que mais participou da construção das jogadas, registrando 53 toques na bola, número superior ao de Lionel Messi, que teve 35 participações.

Com o título, a Espanha também alcançou outro feito histórico. A equipe encerrou a campanha sofrendo apenas um gol em toda a competição, estabelecendo a melhor defesa da história das Copas do Mundo e superando a marca de dois gols sofridos registrada anteriormente por França (1998), Itália (2006) e pela própria Espanha (2010).

Apesar do amplo domínio territorial e da posse de bola, os espanhóis encontraram dificuldades para transformar a superioridade em gols. A vitória foi construída apenas na prorrogação, quando Nico Williams desviou de cabeça para Ferran Torres marcar o gol que garantiu o título mundial.

Outro dado que chamou atenção foi o número de faltas cometidas pela Argentina. Das 46 infrações registradas na partida, 25 foram da equipe sul-americana, a segunda maior marca já registrada por uma seleção em finais de Copa do Mundo. Além disso, os argentinos receberam quatro cartões amarelos e tiveram Enzo Fernández expulso, tornando-se o sexto jogador a receber cartão vermelho em uma decisão de Mundial.

Nota de transparência: Esta reportagem foi produzida com o auxílio de inteligência artificial para organização e aprimoramento do texto, passando por revisão, checagem e edição humana antes de sua publicação.

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