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Brasileiro sabe “pouco” ou “nada” sobre finanças, mostra pesquisa da Febraban

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O levantamento mostrou que 55% dos entrevistados reconhecem ter um baixo entendimento do assunto. Desses, 40% disseram compreender “pouco” e 15% responderam que não entendem “nada” sobre educação financeira

Uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (22/7) pela Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) mostrou que a maioria da população brasileira sabe “pouco” ou “nada” sobre educação financeira.

O levantamento mostrou que  55% dos entrevistados reconhecem ter um baixo entendimento do assunto. Desses, 40% disseram compreender “pouco” e 15% responderam que não entendem “nada” sobre educação financeira.

Feito pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), o estudo divulgado pela Febraban ouviu 3 mil pessoas entre os dias 12 e 26 de junho deste ano. 

Entendimento do conceito

A educação financeira, de acordo com o Banco Central, significa o entendimento de que as pessoas e a sociedade compreendam sobre conceitos e produtos financeiros para, assim, tomarem decisões conscientes dos riscos e oportunidades no uso do dinheiro.

Segundo a pesquisa da Febraban, 47% dos entrevistados responderam que o assunto educação financeira está ligado principalmente à gestão cotidiana do orçamento doméstico, ou seja, ao planejamento e controle de receitas e gastos. 

Já aspectos como aprender a investir (23%) ou guardar dinheiro para emergências (12%) são mencionados com menor frequência.

Recorte por renda

O estudo da Febraban também mostrou um recorte por renda dos entrevistados: até 2 salários mínimos (1.380 pessoas), de 2 a 5 salários mínimos (960 pessoas), e mais de 5 salários mínimos (660 pessoas).

De acordo com o levantamento, a associação entre educação financeira como forma de evitar dívidas é maior entre as famílias que ganham até 2 salários mínimos (18%). Esse também é o grupo com maior menção a guardar dinheiro para emergências (20%). 

O percentual de endividados é maior entre os que recebem até 2 salários mínimos (42%). Já o entendimento do conceito de educação financeira como “planejar e controlar receitas e gastos” é mais citado entre aqueles com renda acima de 5 salários mínimos (62%).

No meio termo, entre as famílias que vivem com dois a cinco salários mínimos, o conceito de educação financeira como ações de “planejar e controlar receitas e gastos” foi citado por 57%.

Com informações do Correio Braziliense

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