O deputado federal Bohn Gass (PT-RS) disse, nesta terça-feira (22), em entrevista ao TaguaCei, que a população não aprova a proposta de emenda à Constituição (PEC) da Blindagem e nem o projeto de lei (PL) da Anistia. E é justamente pela falta de apoio popular, ressalta o deputado, que o Congresso não aprovará as referidas matérias.
“No domingo, as manifestações, onde o povo disse o seguinte: “Não aceitamos a PEC da blindagem. A Constituição é clara, todos são iguais perante a lei. Para que beneficiar político diferente do povo, não dá”, afirma Bohn Gass.
O deputado explicou que anistiar os manifestantes do dia 8 de janeiro é perdoar pessoas que cometeram crimes contra o Estado Democrático de Direito.

“Eles queriam matar o Lula, queriam estourar a bomba no aeroporto, não queriam respeitar o resultado eleitoral, tudo aquilo que eles armaram, e agora eles querem anistia?”, critica o deputado.
Sobre a possibilidade das matérias serem aprovadas no Senado, Bohn Gass diz que é remota, porém, ele aconselha que a população precisa participar e cobrar de seus senadores para que os tetos sejam reprovados.
“Sempre é importante que aquela mobilização de ontem continue. Agora, continua pelas redes, mande recado para os senadores, para os deputados, nós não aceitamos”, afirma o deputado.
Lula
O deputado também falou sobre o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e destacou que a gestão do petista tem sido marcada por avanços em todas áreas da sociedade. E, segundo ele, serão essas conquistas que o presidente levará para a reunião da a Assembleia Geral da ONU, em Nova York, nesta terça-feira (23).

“O Lula vai passar uma mensagem do multilateralismo. O que o Lula vai falar é que o Brasil hoje tem multilateralismo. O Trump [Donald] acha que ainda nós somos quintal dos Estados Unidos. Essa parte superou. Nós somos multilateralismo, nós não somos vira-lata para bater continência para quem quer destruir a nossa economia”, disse Bohn Gass.
O deputado lembrou ainda que a postura do governo brasileiro sob a gestão e Lula será de se relacionar com o mercado dos Brics, com a China, com o mercado europeu, e com o mercado americano.
“Queremos fortalecer o Mercosul, na nossa América Latina. Então, este é o Brasil, é o que o Lula vai falar, é da nossa soberania, mas não aceitamos que um país se imponha, por mais forte que ele seja, sobre o outro”, afirmou Bohn Gass.

Eleição
Ao comentar sobre as eleições do próximo ano, o deputado disse que seu projeto é se candidatar a deputado federal mais uma vez, e ele lançou uma campanha, onde para cada voto no Lula, seja dado também um voto a um deputado ou senador que venha a ser apoiado pelo presidente. “Quero continuar com a minha função deputado federal”, assegurou.
Sobre a campanha, o deputado explicou: “O Lula vai ser o nosso presidente e a minha campanha é assim: votou no Lula, vota num senador do Lula. Votou no Lula, vota no deputado do Lula. Porque o que hoje atrapalha, dificulta a vida para gente levar mais benefício para população é esse Congresso que não apoia o Lula. Então, nós temos que ter um Congresso que apoia o Lula. Eu repito a minha campanha: votou no Lula, vota no senador do Lula”, diz.
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