O líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), afirmou que não há pessoa no mundo capaz de resistir ao “charme” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao comentar a breve interação entre o mandatário brasileiro e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a Assembleia-Geral da ONU, em Nova York, relata a Folha de S. Paulo.
No encontro, realizado entre os discursos de ambos, Lula e Trump trocaram um aperto de mãos e até um abraço em meio ao cenário de tensões comerciais, marcado pelas tarifas impostas por Washington a produtos brasileiros e por sanções contra autoridades do país.
Química entre os presidentes
Trump disse ter sentido uma conexão positiva com o líder brasileiro. “Eu só faço negócios com pessoas que eu gosto. E eu gostei dele, e ele de mim. Por pelo menos 30 segundos nós tivemos uma química excelente, isso é um bom sinal”, declarou o presidente norte-americano. O republicano também adiantou que os dois voltarão a se reunir na próxima semana, embora não tenha detalhado a data.
Reação do governo brasileiro
Randolfe celebrou a abertura de diálogo entre os dois governos. “Não há um cidadão neste mundo que resista ao charme de Luiz Inácio. A disposição do Brasil e a disposição do presidente Lula sempre foi de conversar e negociar. A gente recebe com entusiasmo essa disposição do presidente Trump de dialogar”, afirmou o senador.
Ele ressaltou ainda que o Planalto mantém sua prioridade em proteger os interesses nacionais. “O presidente Lula sempre foi assertivo ao afirmar que soberania e democracia não estão sobre a mesa. A defesa de interesses comerciais brasileiros sempre foi prioridade e sempre buscamos essa abertura de diálogo”, disse.
O discurso de Lula na ONU
Antes do breve cumprimento, Lula discursou na Assembleia-Geral e criticou práticas unilaterais da comunidade internacional. “Atentados à soberania, sanções arbitrárias e intervenções unilaterais estão se tornando regra. Existe um evidente paralelo entre a crise do multilateralismo e o enfraquecimento da democracia”, afirmou o presidente brasileiro.
As declarações reforçaram a posição histórica do Brasil em defesa do multilateralismo, ao mesmo tempo em que marcaram resistência às pressões externas sobre a política interna do país.
*Com informações do Brasil 247
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